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Autor: Robson Gama

Gestão de e-commerce: 5 boas práticas para você seguir à risca

Gestão de e-commerce: 5 boas práticas para você seguir à risca

Investir em uma loja virtual é, sem dúvida, uma excelente opção para os empreendedores, nos dias atuais. Com os avanços tecnológicos e as inúmeras possibilidades da internet, aumenta cada vez mais o número de clientes que prefere fazer as suas compras na comodidade de casa ou trabalho. Entretanto, é preciso ter em mente que, para o sucesso do negócio, é necessário fazer uma boa gestão de e-commerce.

Isso vai muito além de oferecer bons produtos e condições de pagamento. O gestor deve observar todas as etapas do processo, garantindo que a experiência do cliente seja a melhor e mais segura possível.

Confira, aqui, 5 práticas que podem fazer toda a diferença no seu e-commerce!

 

 

1. Tenha um site responsivo

Pesquisas indicam que o número de buscas feitas por dispositivos móveis, como celulares e tablets, já superou o número das buscas feitas em computadores. Isso significa que ter um site responsivo é, hoje, uma necessidade básica.

Todas as funcionalidades do seu e-commerce devem continuar ativas quando ele for acessado por um telefone. Observe que as informações e imagens não devem ser desconfiguradas e que o cliente precisa ter uma experiência agradável e eficiente. Leve isso em conta na hora de escolher a plataforma do seu site.

2. Ofereça conteúdo de interesse

É claro que o objetivo principal do seu e-commerce é vender os seus produtos. Mas para que isso aconteça de uma forma eficiente, uma boa estratégia é trabalhar com a produção de conteúdo relevante para o seu público.

Transforme o seu e-commerce em uma plataforma de informações sobre a sua área, atraindo mais clientes e fazendo com que o seu público esteja sempre online, se aproximando e confiando cada vez mais na sua marca. Você vai ver como essa mudança de paradigma vai ter um impacto imenso nas suas vendas.

3. Utilize um facilitador de pagamento

Uma das formas mais práticas e eficientes de vender online é por meio de facilitadores de pagamento. São sites e empresas especializados, que tomam conta de todo o processo de conclusão da compra.

Com esse processo, o seu cliente garante uma compra altamente segura e especializada, o que é vantajoso para todos os envolvidos, não é mesmo?

4. Analise as métricas

Algumas métricas são fundamentais para os empreendedores de e-commerce, como o número de acessos diários, a taxa de conversão, os índices de abandono de carrinho. Porém, é muito importante se lembrar que fazer essas medições pressupõe um acompanhamento atento delas.

Estabeleça uma periodicidade para avaliar o andamento da sua plataforma, e se verificar a necessidade de transformações, não pense duas vezes: continue evoluindo para garantir a satisfação dos seus clientes.

5. Pense no seu cliente

Todas as decisões relacionadas ao seu e-commerce devem ser pautadas pela experiência do seu cliente. Em vez de tentar alcançar um público cada vez maior (e muitas vezes inapropriado para o seu tipo de produto), foque em atender às necessidades e demandas do seu cliente, oferecendo a melhor experiência de compra.

Viu como a gestão de e-commerce é fundamental para o sucesso do seu negócio? Coloque em prática as nossas dicas e perceba como os resultados vão ser cada vez melhores. Lembre-se sempre de que os aspectos mais importantes do negócio são a satisfação dos seus clientes e a segurança dos seus processos – cuidar disso significa desenvolver um e-commerce que tem tudo para dar certo.

Compartilhe conosco a sua experiência na gestão do e-commerce, indicando quais os maiores desafios e como a sua empresa está lidando com eles. Deixe um comentário!

3 dicas para aumentar suas vendas usando cupons de desconto

3 dicas para aumentar suas vendas usando cupons de desconto

Quem não ama uma promoção? Por mais que já tenhamos em mente que precisamos de determinado produto e estejamos interessados em efetuar a compra, o momento decisivo acontece na hora de escolher onde comprar. Consequentemente, esse interesse vai contribuir para aumentar vendas de sua loja.

Independente do momento ser de crise ou não, o consumidor atual está acostumado a sempre pedir um desconto, às vezes esse desconto é convertido no ganho de outro produto ou em benefício para uma próxima compra, mas ele está sempre lá, como fator decisivo para o aumentar as vendas.

Nesse sentido, oferecer cupons de descontos tem sido uma alternativa para melhorar os resultados. Quer saber como aumentar suas vendas usando essa estratégia? Continue a leitura que te daremos 3 dicas!

Oferecer descontos realmente dá resultado?

Antes de saber a resposta, vamos analisar alguns dados. De acordo com uma pesquisa feita pela Hello Search, foram identificados os métodos de oferta mais utilizados e os mais lembrados na mente do consumidor na hora de uma compra. Seguem os dados abaixo:

  1. Em primeiro lugar, com 77%, vem o desconto no preço. Tal método não só é mais popular na mente do consumidor, como também é o mais utilizado.
  2. Em segundo lugar temos o famoso “Leve 3 e pague 2” com 31% na preferência do consumidor.

Notamos então, segundo os dados, que a estratégia de promoção não só é popular como também é bastante utilizada. Porém, devemos sempre ficar atentos a como utilizá-los da melhor forma para que o resultado seja satisfatório.

E como aumentar as vendas com cupons de descontos?

1. Aproveite o momento da compra

Atualmente, o consumidor digital pesquisa muito antes de comprar, isso ocorre pois a concorrência nesse meio é muito grande. Devido a isso, manter a fidelidade do cliente a uma determinada marca se torna um trabalho cada vez mais complicado.

Uma boa técnica a ser utilizada pelo comerciante digital é sempre manter acesa a chama do consumo na mente de seu cliente. Por isso, sempre que ele efetuar uma determinada compra, já prepare-o para a próxima oferecendo um cupom de desconto. Isso fará com que ele pense duas vezes antes de comprar de seu concorrente.

2. Fique de olho nos carrinhos abandonados

Talvez esse seja o problema mais comum para quem trabalho com comércio eletrônico. Ele ocorre no momento em que o cliente começa o processo de compra, mas não finaliza. Na maioria dos casos, o cliente não chega a fechar a compra por fatores como valor do frete ou pelo site possuir poucas formas de pagamento.

Nesse contexto, o cupom de desconto pode ser um excelente aliado para recuperar esse cliente. Por mais que possa parecer um problema, o cliente que abandonou o carrinho ainda está interessado no produto, só precisa de um estímulo a mais para finalizar a compra. Por isso, utilizar os dados de cadastro como e-mail e telefone para enviar um cupom de desconto pode ser uma ótima ideia para recuperá-lo

3. Incentive o aumento do ticket médio

Outra maneira bastante efetiva de aumentar suas vendas por meio do uso cupons de desconto é aumentando o ticket médio de compra. Essa estratégia consiste em fornecer um valor de desconto para o cliente estabelecendo, como condição, um valor mínimo de compra. Então, por exemplo, se você tem um cliente que costuma a fazer compras de R$100,00, você poderá fornecer um cupom de 15℅ de desconto caso ele efetue compras a partir de 200,00.

Lembre-se: em um mercado extremamente competitivo como o digital, manter o cliente interessado é a estratégia mais eficiente para alcançar a fidelização. Tem alguma dúvida sobre como aumentar as vendas da sua empresa através de cupons de desconto? Deixe um comentário!

3 ferramentas de gestão para seu e-commerce decolar

3 ferramentas de gestão para seu e-commerce decolar

A internet possui uma gama de possibilidades que têm sido cada vez mais exploradas por consumidores e empreendedores. E para aqueles que estão à frente das empresas de comércio eletrônico, é necessário saber utilizar todas as ferramentas de gestão de um negócio virtual a seu favor. A gestão de e-commerce, quando realizada corretamente, tem o poder de atrair e fidelizar seu público.

Quer saber como? Enumeramos abaixo 3 delas para que você alcance melhores resultados no seu e-commerce.

 

MailChimp: ferramenta de gestão de e-mail

O MailChimp é uma das mais conceituadas ferramentas para envio de e-mail marketing do mercado. Após se cadastrar, basta importar sua base de e-mails (ou construir uma do zero). Você também pode personalizar o layout do seu e-mail e acompanhar a gestão dos leads (pessoas cadastradas na sua lista de e-mails) com relatórios completos sobre taxa de abertura, cliques, opt-in e opt-out etc.

O MailChimp é um excelente aliado se utilizado corretamente. Porém, é preciso tomar o cuidado de usar uma lista qualificada, pois se as pessoas começarem a marcar seus e-mails como spam, você terá sua conta desativada. Uma solução prática é sempre pedir para seu cliente se ele deseja fazer parte da sua lista, isto é, se ele quer receber suas mensagens por e-mail.

Um detalhe importante: o plano free permite um total de envio de 12 mil e-mails por mês para uma base de até 2 mil leads. Acima disso, deve-se contratar um plano pago.

Google Analytics: análise de métricas

Uma ferramenta incrível para analisar diversas métricas do seu e-commerce. E o melhor: totalmente grátis. Com o Google Analytics você vai poder rastrear qualquer acesso ao seu site, o número de visitas e de páginas visualizadas, a origem das fontes do tráfego e até da localização dos visitantes, entre muitas outras informações importantes.

Com esses dados, você consegue identificar onde estão os defeitos da sua loja virtual, bem como as páginas que apresentam melhor desempenho. Desse modo, ajustes podem ser feitos facilmente para melhorar o funil de conversão e aumentar suas vendas.

Ferramentas antifraude para gestão de e-commerce

Depois de atrair o cliente e monitorar de onde veio seu acesso, é hora de garantir a segurança das informações pessoais e bancárias que serão fornecidas para o fechamento da compra. É igualmente indispensável que seu site utilize uma ferramenta antifraude para impedir a compra por meio de apropriação indevida de dados. Este mecanismo relaciona o horário da compra, o local de onde foi feita a transação e demais dados do comprador, que podem ser personalizados de acordo com a particularidade de cada e-commerce.

Utilizar uma ferramenta de gestão capaz de supervisionar a procedência de cada compra contribui para garantir a segurança do seu site. A segurança aumenta a credibilidade e esta é sinal de fidelização de clientes e de boa reputação, o que atrai mais clientes.

E você? Já conhece e utiliza essas ferramentas? Sabe de outras importantes para auxiliar a gestão do seu negócio? Deixe seu comentário aqui no blog e compartilhe conosco o seu conhecimento também!

Quais foram as maiores fraudes de 2016?

Quais foram as maiores fraudes de 2016?

Não podemos negar que a tecnologia tem facilitado a vida de muitos. Cada vez mais, as empresas informatizam seus processos, conseguindo excelentes resultados em produtividade e lucratividade.

No entanto, com o avanço da tecnologia, vimos também a evolução dos ataques cibernéticos. Neste artigo você vai conferir as principais fraudes de 2016 e verá como os fraudadores estão cada vez mais sofisticados.

Está curioso? Quer saber também como se proteger? Continue a leitura!

Lojas Virtuais Falsas

Em um caso notório ocorrido em 2016, criminosos usaram um domínio muito parecido com o de uma marca de materiais esportivos, que não possuía site no país. Ofertavam produtos a preços baixos e faziam anúncios no Facebook e Google, para passar um ar de veracidade.

Um fator curioso é que o único meio de pagamento fornecido pela loja falsa era o boleto — que não tem como ser ressarcido, como o cartão de crédito. Todos os clientes ficaram no prejuízo.

Para se proteger verifique o CNPJ, os certificados de segurança e a reputação da loja — tanto em sites de reclamações como nas avaliações de compras.

Fraude dos Cartões Quebrados

Nessa fraude, ocorrida em vários estados do Brasil, uma pessoa se passava por funcionário do banco emissor dos cartões e informava compras e saques que não existiam. Depois que o cliente confirmava não ter feito a ação, a pessoa dizia que bloquearia o cartão e pedia para o cliente digitar a senha para confirmar o bloqueio.

Por fim, o fraudador ainda orientava a pessoa a quebrar o cartão e entregá-lo para um “motoboy da empresa” — o que deu o nome desse golpe.

Com o cartão quebrado e a senha em mãos, quando o chip não era avariado, os criminosos faziam compras que, em alguns casos, chegaram a R$ 35 mil reais.

Clonagem de Cartões de País Vizinho

Hackers brasileiros atacaram a Visa Europa e clonaram cartões de créditos de clientes de Portugal. Em seguida, fizeram compras em lojas virtuais brasileiras. Como os dois países falam o mesmo idioma e os nomes são muito parecidos, o golpe causou pouca desconfiança.

Milhares de pessoas foram afetadas, a operadora de cartão ressarciu os clientes portugueses, mas o prejuízo foi grande para as lojas virtuais brasileiras. Isso ocorre porque, em caso de chargeback (quando o cliente solicita o estorno da compra), é o lojista que acaba arcando com o valor.

Compra fraudulenta para ganhar bônus

Uma loja dos EUA estava com uma promoção que oferecia um crédito de U$ 10,00 a cada U$ 50,00 gastos, tanto em lojas virtuais quanto físicas. Estelionatários invadiram as contas dos clientes e, usando cartões clonados, realizaram compras de alto valor.

Enquanto as vítimas recebiam os produtos que não compraram, os fraudadores compravam produtos utilizando os bônus das transações que foram realizadas.

Adoção de cartões com chip

Durante a Black Friday de 2016, houve um aumento considerável nas fraudes do comércio eletrônico nos países que adotam o cartão com chip, como Brasil, EUA e países da Europa.

Os criminosos roubavam as informações dos cartões e realizavam compras em sites. O período de grandes promoções é especialmente utilizado porque as lojas estão “abarrotadas” de pedidos e o endereço para entrega de presente é algo normal nesse período.

Para chamar menos atenção, os criminosos deixaram de comprar produtos eletrônicos, que recebe maior atenção na segurança e passaram a comprar relógios, tênis e barbeadores elétricos.

Se as fraudes de 2016 passaram por evoluções, o que esperar para 2017? É necessário se prepara e se antecipar para não ser pego de surpresa. Quer saber mais sobre algum tipo de fraude que não comentamos? Deixe o seu comentário que iremos ajudá-lo!

6 curiosidades inacreditáveis sobre fraudes online

6 curiosidades inacreditáveis sobre fraudes online

As fraudes online trazem dores de cabeças aos lojistas, mas não é por isso que podem ser curiosas. Por exemplo: você sabia que o primeiro produto anunciado no eBay, em 1995, um dos maiores marketplaces do mundo, foi um produto defeituoso? Era uma caneta quebrada vendida por 15 dólares, mas quem comprou nem se importou, afinal, era o primeiro produto vendido online.

No post de hoje, separamos 6 curiosidades sobre fraudes online que você nem imagina! Continue acompanhando!

1. Fraudes online superam as fraudes com cheques

Em 2006, pela primeira vez na história, as compras fraudulentas realizadas no ambiente virtual superaram as fraudes realizadas com cheques. Pode até ter demorado, mas a verdade é que certamente isso aconteceria, uma vez que os pagamentos online só crescem, enquanto cada vez menos pessoas utilizam o talão de cheques.

2. Se você apaga e-mails fraudulentos, eles param de chegar

São comuns as fraudes que começam com o roubo de dados. Um dos caminhos são os falsos e- mails de instituições financeiras. Que elas são comuns todo mundo sabe, talvez você tenha recebido uma dessas falsas mensagens hoje mesmo, falando que você precisa atualizar seus dados ou um programa.

Os bancos nunca fazem atualizações de dados enviando e-mails para seus clientes, mas isso parece não chegar aos ouvidos de quem cai nesse golpe. Por outro lado, quem identifica e exclui esses e-mails vai parar de recebê-los. Isso porque o provedor entende que esse tipo de e-mail não é do seu interesse e eles vão diretamente para a caixa de spam.

3. Nem sempre são os “bandidos” que fraudam

Geralmente, as fraudes ocorrem com o roubo de dados e do cartão de crédito, mas também existe uma modalidade chamada autofraude, em que o titular do cartão efetua a compra e depois informa à prestadora que houve uma compra indevida.

Além dessa, existe a “fraude amiga”, quando um conhecido do titular utiliza os dados, e este (sem saber da compra) solicita o estorno. Em ambos os casos, quem fica com o prejuízo é o lojista.

4. Também existem fraudes do coração

Romance scammer é aquele que as pessoas criam perfis fake nas redes sociais para seduzir e pedir quantias de dinheiro das vítimas. Muitas pessoas que caíram no conto dos scammers acumulam não só decepções amorosas, como também financeiras. Existem até os “caça-scammers”, que procuram essas pessoas mal intencionadas.

5. As regiões Norte e Nordeste são as que mais registram fraudes online

As regiões Norte e Nordeste têm o maior percentual de fraudes online do país. Durante o primeiro trimestre de 2016, no estado do Ceará, que está na frente, 13,52% das compras foram fraudulentas, seguido do Tocantins (13,42%) e do Pará (7,78%).

Com tudo isso, podemos ver como é importante procurar meios de reduzir fraudes online em e-commerces, de modo que os clientes se sintam cada vez mais seguros para realizar suas compras, aumentando, assim, as possibilidades de venda.

E então, gostou do nosso post? Então continue com a gente e confira outras ações que devem ser realizadas com o intuito de aumentar as vendas nas lojas virtuais!

É possível ficar totalmente seguro contra fraudes?

É possível ficar totalmente seguro contra fraudes?

Nenhum negócio está livre das fraudes, sendo elas responsáveis por crises na empresa, quedas no faturamento, entre outras situações indesejadas. Um exemplo é o e-commerce: o comércio eletrônico chega a um percentual de 1,4% desse tipo de transgressão em todo o mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2016, as tentativas de fraude cresceram 1,32%.

Esses problemas ocorrem em todo tipo de companhia e chamam a atenção dos empreendedores, em especial quando comprometem a saúde do negócio. 

Mas como se resguardar e manter o ambiente seguro contra fraudes? Descubra neste post!

Como ficar seguro contra fraudes

Os fraudadores estão agindo, mas existem tecnologias e técnicas que podem diminuir o percentual de fraudes. São métodos eficientes e testados para assegurar as transações. Acompanhe algumas sugestões:

Tenha um plano contra fraudes com percentuais realistas

Infelizmente, é difícil chegar a uma taxa de fraudes zero, mas não é impossível. O que exige um planejamento que se inicia com o cálculo do volume de problemas para a incorporação de riscos.

Também devem ser criadas medidas internas, busca de ferramentas de proteção e protocolos para aumentar a segurança nas operações de venda.

Mantenha a equipe interessada nas medidas adotadas

Manter o ambiente seguro exige a dedicação de todos os envolvidos. Nesse sentido, é importante manter toda a equipe interessada nos processos e medidas de seguranças adotadas. Os membros do time precisam estar cientes de que nem sempre os processos automatizados vão dar conta de determinados tipos de ações. 

Procure mantê-los informados quanto à importância de ajudarem no tema, procurando novas ameaças e soluções. Eles precisam estar cientes de que o sucesso do negócio depende da colaboração deles. 

Contratação de uma solução específica

É preciso analisar rapidamente as transações de compra, tendo em vista que processos de validação demorados podem ser mal avaliados pelo cliente. Pense na contratação de ferramentas antifraudes, criadas por empresas especializadas no tema.

Tais companhias possuem uma rotina de análises das informações fornecidas no momento da compra, procuram por sinais de fraudes e fazem a validação dos dados fornecidos.

O que é preciso para manter-se atualizado

Todos os dias surgem novos tipos de fraudes e riscos para os negócios. Porém, é possível prevenir grande parte desses problemas com bons serviços e sistemas de segurança, acima listados, primando pela vigilância de qualidade e experiência na gestão das operações.

Manter o ambiente seguro contra fraudes é uma tarefa difícil. Contudo, com uma estratégia inteligente, com ações integradas, é possível atingir os objetivos do negócio. Também é importante pesquisar sobre o tema, bem como as ações para o aumento da segurança. 

É válido ressaltar que existem diferentes tipos de fraudes, algumas delas deliberadas, ou seja, com ciência do proprietário do cartão. O que é mais um motivo para se manter por dentro das tendências a fim de deixar o negócio seguro contra fraudes. 

Quais ações você vem desenvolvendo em sua empresa para se manter seguro contra fraudes? Quer saber mais sobre as novidades dessa área? Siga nosso perfil nas redes sociais e veja tudo sobre o tema!

Saiba tudo sobre análise de risco!

Saiba tudo sobre análise de risco!

Análise de risco diz respeito ao uso de informações e processos para avaliar se um determinado evento pode ser benéfico ou não, bem como a magnitude de suas consequências. Também há a análise de risco em compras de e-commerce, as quais são especialmente necessárias nas compras que envolvem o cartão de crédito.

Atualmente, o Brasil é o segundo país no ranking de fraudes envolvendo o cartão de crédito. Nem sempre o titular é lesado e, sim, o lojista, uma vez que a prestadora restitui os valores comprados indevidamente com o cartão, mas o vendedor fica sem a mercadoria. É o chamado chargeback, que preocupa, mas pode ser minimizado com a análise de riscos.

Acompanhe o post e saiba quais pontos focar para resguardar seu negócio.

 

A análise de risco em compras no e-commerce

Em linhas gerais, as companhias podem fazer suas próprias análises ou terceirizar. Em ambos os casos é importante conhecer a fundo seu negócio e o comportamento do público consumidor do e-commerce em seu segmento. Dessa forma, é possível identificar quando uma transação sai fora do padrão de compra.

Muitas aquisições seguidas em curtos períodos ou em várias parcelas também são exemplos de alguns indicativos de fraude, que podem ser detectadas quando há um conhecimento mais aprofundado das transações de venda da loja virtual.

Métricas a serem avaliadas na análise de risco

Todo negócio virtual deve adotar políticas e práticas para ajudar a minimizar problemas. Elas devem começar com metas e objetivos relacionados à segurança do e-commerce, passando para medidas de prevenção de fraudes. As métricas têm um papel fundamental nesse planejamento. Acompanhe os principais indicadores:

Taxa de chargeback

Já mencionado, esta situação se refere ao pedido contestado pelo titular do cartão de crédito. Entre os motivos estão o não reconhecimento da compra ou desacordo comercial. O chargeback é calculado dividindo o volume das contestações pela quantidade de vendas concretizadas.

Trata-se de um indicador básico a respeito do desempenho da análise de risco de um negócio. Vale ressaltar que o lojista pode receber advertências das prestadoras de cartão caso o percentual de chargeback ultrapasse 1% do seu faturamento.

Taxa de Rejeição

A Taxa de Rejeição diz respeito ao percentual de pedidos não concretizados por suspeita de fraude. Não devem ser inclusos os pedidos que não tiveram o pagamento autorizado por falta de saldo no cartão, uma vez que não se trata de um problema relacionado à análise. O índice, então, é formado assim: quantas fraudes foram identificadas contra os pedidos aprovados.

Taxa de Revisão Manual

Nos casos em que os pedidos são considerados suspeitos, eles vão para uma revisão, que pode ser feita pessoalmente por um funcionário. Essa análise feita por uma pessoa e não por um sistema é necessária para identificar falsos positivos, mas pode ser demorada, fazendo o pedido ficar na fila por muito tempo.

A taxa de revisão pode ser calculada dividindo o número de pedidos de revisão pelo total de pedidos analisados. Esse percentual precisa ser baixo, uma vez que a loja corre o risco de suspender pedidos legítimos.

Falso Positivo / Falso Negativo

Quando se analisa um pedido, o lojista checa se é uma fraude ou não. O resultado é chamado de falso positivo e falso negativo.

O falso positivo é atribuído a um pedido que o e-commerce marcou como fraude, mas que, na realidade, é verdadeiro. O contrário, quando realmente é identificada a fraude, o pedido é chamado de falso negativo.

Ferramentas para ajudar nas análises

Além de criar uma estrutura própria para realizar análise de risco, cada loja virtual pode contratar uma empresa especializada, aumentando a qualidade em sua performance para esse tipo de tarefa.

Organizações com ferramentas específicas podem cuidar de todas as fases da análise em compras online. Dessa forma, pode-se contar profissionais capacitados, que entendem o negócio, montam um diagnóstico e desenvolvem a solução que mais se ajusta a cada necessidade e caso.

Medidas para evitar fraudes

Como mencionado, é imprescindível adotar um plano de ação e políticas para evitar as fraudes, além da identificação de ações que sinalizam possíveis golpes. Veja algumas medidas interessantes para o seu negócio virtual:

Tenha um processo de validação sólido

Em linhas gerais, é o caminho para a validação sólida da compra e envio do produto. Esse tipo de processo inclui o contato com o titular do cartão, verificação de suas informações, entre outras ações para assegurar a venda.

Estabeleça faixas de valores para a confirmação de dados com as ferramentas informadas ou para realizar o contato direto com o titular. Isso é recomendado porque as análises são custosas e, dependendo do valor, podem onerar ainda mais o pedido, diminuindo a lucratividade.

Crie um perfil de vendas

Informamos no início do post que você precisa conhecer seu negócio e a dinâmica das vendas. Se preciso, cruze os dados com transações anteriores dos clientes para verificar se elas seguem ou destoam do padrão.

Ter um perfil de vendas padrão para seus consumidores vai ajudar a identificar quando uma pessoa de má índole está tentando praticar algumas fraude, uma vez que os padrões são diferentes dos demais clientes que buscam a loja virtual.

Redobre a atenção nas vendas

É indispensável ter atenção redobrada. É interessante conferir os dados do cliente para verificar se o pedido foi feito por terceiros, por exemplo. Se for possível, faça a análise das vendas com calma, principalmente se houver negociações que apresentem alto valor e para aqueles com dados divergentes no cadastro, por exemplo.

Muita coisa passa desapercebida, sobretudo quando há práticas automatizadas de venda e marketing. Daí a importância de ter práticas e protocolos para aumentar a segurança. Os envolvidos nas operações também precisam estar a par das medidas e devem ser estimulados a procurar novas soluções. Isso porque todo dia surgem novas fraudes, sendo fundamental conhecê-las e as medidas para solucioná-las. No mais, boas vendas!

Uma ferramenta de antifraude é essencial para te ajudar a ter essa atenção redobrada e te ajuda a tomar uma decisão baseado em fatos que já existem e que ela consegue analisar.

E então, gostou do que leu e vai colocar nossas sugestões em prática? Compartilhe esse post nas redes sociais para que mais pessoas possam saber como fazer análise de risco!

Como reduzir fraudes ajuda a aumentar o faturamento?

Como reduzir fraudes ajuda a aumentar o faturamento?

O aumento da receita de um negócio não está ligado somente ao aumento das vendas ou aquisição de novos clientes. Alguns indicativos determinam se a estratégia está rendendo bons frutos, entre eles a redução de custos e perdas referentes à operação.

Infelizmente, existem ações fraudulentas, um mal que pode causar problemas ao empreendimento. A boa notícia é que também há formas de reduzir fraudes.

Segundo a ABCComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), em 2017, o setor de e-commerce brasileiro vai crescer 12% com relação a 2016. Nesse sentido, também aumentam as chances de ocorrência de fraudes nas transações das lojas online. O índice de fraude dificilmente fica em zero, mas é possível reduzir essa porcentagem para níveis mínimos.

Para isso, é necessário tomar medidas que protegem o negócio e o cliente, aumentando a segurança nas compras e o faturamento da empresa. Confira a seguir.

Os prejuízos causados pelas fraudes

Mas por que ocorrem tantas fraudes? A realidade é que está cada vez mais fácil fraudar. Programas que roubam dados para as mais diferentes plataformas e dispositivos, a falta de uma legislação que pune severamente o fraudador e fragilidade dos sistemas são alguns dos motivos que aumentam as ocorrências e lesam o vendedor e o consumidor.

Trata-se de um crime que não representa um alto custo e oferece poucos riscos a quem pratica. A ineficiência da justiça no combate a esse tipo de golpe e as investigações demoradas viabilizam a prática.

Existem diferentes tipos de fraude, que são realizadas principalmente com o cartão de crédito de terceiros. Ocorre que, na maioria delas, a operadora estorna o valor ao titular do cartão e quem fica com o prejuízo é a empresa, comprometendo o faturamento.

A diminuição da confiança do consumidor

Em linhas gerais, a fraude faz muito mal para o negócio, uma vez que retira a confiança do consumidor em adquirir novos produtos e serviços. Imagine que, depois de tentar comprar na sua loja, o cliente descobre que teve seu cartão clonado. A chance de ele comprar novamente como você é baixíssima. Será necessário muito tempo e trabalho para recuperar a confiança perdida.

Além disso, o cliente, ao se deparar com uma boa oferta da sua loja, tende a pensar que se trata de uma fraude, acabando por não aceitar a oferta tentadora, por medo. As fraudes não deixam nem o lojista escoar a produção ou renovar o estoque.

A redução de fraudes ligada ao aumento do faturamento

Para conseguir reduzir as fraudes e aumentar o faturamento, é necessário adotar práticas para a gestão de riscos. Trata-se da adoção de medidas e políticas que equilibram riscos e custos. Inclui planejamento, organização, direcionamento e controle dos recursos pertencentes à companhia.

A partir daí, é possível criar uma publicidade positiva com foco nas práticas de segurança adotadas pelo negócio. Sempre vai haver alguém querendo fraudar, e se você se mostrar forte em relação a esses ataques, o consumidor verá um porto seguro na hora de realizar suas compras e isso pode até fidelizá-lo ao seu negócio.

A verdade é que não há negócios não vulneráveis a esse tipo de golpe, portanto as marcas devem ter em mente que será preciso considerar um percentual aceitável de fraudes (geralmente, não pode passar de 1% sobre o faturamento).

Quando se ultrapassa essa marca, o empreendimento pode receber advertências e até mesmo desfiliação por parte das operadoras de cartão de crédito.

Por isso, é necessário pensar em proteção contra fraudes como um investimento, e não um custo. Na verdade, é um investimento para a captação de novos clientes, apenas mostrando que você tem uma operação capaz de reduzir fraudes.

Gostou do nosso post? Deixe seu comentário com sua dúvida ou conte-nos se já teve alguma experiência com situações de fraude.

4 problemas que a fraude causa

4 problemas que a fraude causa

Proteger a reputação da sua loja virtual deve ser a sua prioridade, pois quem atua nesse mercado, sabe que a fraude pode trazer muitos prejuízos para a empresa, porque sempre que houver um pedido de devolução, quem vai arcar com reembolso sempre será o empresário.

Se não houver um plano de prevenção eficiente, isso pode se tornar cada vez mais comum em sua loja e, consequentemente, pode comprometer a saúde financeira da empresa.

Por essa razão, listamos 4 problemas que a fraude causa para te ajudar a identificá-los e solucioná-los imediatamente.

 

 

Quais os problemas causados pela fraude?

1. Entrar no programa de chargeback

O chargeback é uma solicitação de devolução de uma venda feita através do cartão de crédito ou débito. Isso pode acontecer pelo não reconhecimento da compra pelo dono do cartão.

Após realizar a venda, o lojista descobre que o valor referente a ela não será creditado, em virtude de ter sido considerada fraudulenta ou inválida. Caso já tenha sido creditado, o valor é estornado imediatamente.

O programa de chargeback é um sistema antifraude que tem como objetivo proteger o consumidor, dando a ele maior segurança na hora de realizar as transações com o cartão de crédito, principalmente no e-commerce.

É importante você saber que o lojista somente será notificado que entrou no programa de chargeback, se superar a taxa de fraudes aceitáveis, que é de até 1%.

Caso isso ocorra, a operadora de cartão de crédito irá notifica-lo de que a sua loja virtual precisa diminuir esse índice em determinado prazo, sob pena de multa e, em último caso, ele pode perder o direito de vender com determinada bandeira cartão de crédito.

Para sair do programa de chargeback você terá de assumir compromissos com a operadora do cartão garantindo que terá redução nesse índice. Para isso você pode contar com a ajuda de um sistema antifraude que auxilia na captura das fraudes.

2. Diminuição no número de consumidores

Seus prejuízos podem ir muito além dos danos financeiros, ou seja, a fraude faz com que você corra um sério risco de perder sua credibilidade perante seus consumidores.

Se um cliente tiver seu cartão de crédito “clonado” na sua loja online, ele pode ficar com medo de comprar novamente e pior, ele pode contar o que aconteceu para outras pessoas, fazendo com que a credibilidade da sua loja diminua e o número de clientes também.

Por mais que a maior vítima das fraudes seja o e-commerce, vai ser muito difícil o consumidor conseguir entender quem é o verdadeiro responsável pelo golpe.

3. Prejuízos com transportes

Outra perda que o comerciante também pode ter é com o transporte. Pois, o valor pago pelo frete não será suficiente para arcar com todos os gastos compreendidos, como deslocar um ou mais funcionários para realizar uma entrega desnecessária, gasto com gasolina, perda de tempo, embalagens e outras despesas que fazem parte de uma venda.

4. Prejuízos com multas dos cartões Visa e/ou Martercard

As multas que você pode receber por ultrapassar a taxa aceitável de 1% de fraudes são contínuas e cobradas em dólar, podendo chegar até U$ 200,00 por cada chargeback sofrido.

Enquanto o seu negócio não chegar ao limite aceitável, as multas continuam e tornam-se ainda mais severas.

Como se prevenir?

Os prejuízos com a fraude vão muito além do chargeback, pois podem causar muitas preocupações, além de colocar em risco a atividade da sua loja online. Por essa razão, a melhor forma de combater a fraude é prevenir-se contra ela e, sem um sistema especializado, vai ser muito difícil você conseguir precaver-se.

Ter um sistema antifraude para vendas na internet é essencial para que o comerciante não seja lesado pela fraude. É preciso estar ciente de que os fraudadores estão se profissionalizando cada vez mais e não agem de forma isolada. Por isso, é necessário que você possua um serviço especializado para identificar as transações fraudulentas e eliminar esse risco de uma vez por todas.

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Conheça 5 tipos de fraudes

Conheça 5 tipos de fraudes

A fraude é uma das principais preocupações dos gestores de e-commerces. Só no ano passado, as lojas virtuais de todo o mundo perderam mais de R$ 1,9 bilhão com fraudes. No Brasil, estima-se que de 3% a 5% das compras realizadas nas lojas virtuais são de origem fraudulenta, gerando um prejuízo muito grande aos lojistas, o que prejudica todas as instituições ligadas ao setor. No post de hoje, você conhecerá os 5 principais tipos de fraudes no e-commerce! Acompanhe!

 

 

Principais tipos de fraudes

Atualmente, presenciamos um cenário em que há certa banalização dos dados cadastrais, o que viabiliza as fraudes. Ataques de pessoas mal-intencionadas e vazamentos de informações tornaram os processos fraudulentos mais populares. É fácil entrar em uma rede social e ver alguém vendendo informações de cartão de crédito e demais dados.

É praticamente impossível para os gestores garantir que o comprador é, de fato, o portador de um cartão de crédito e que aquela transação é legítima. As fraudes envolvendo cartões de crédito são as mais comuns, devido à facilidade de se obter dados e à dificuldade de se encontrar os culpados. A justiça ainda não é tão eficiente quanto a esse tipo de golpe.

Veja quais os principais tipos de fraudes:

1. Fraude deliberada

Ocorre quando uma pessoa mal-intencionada ou quadrilha furtam dados de uma determinada pessoa ou instituição e efetuam compras. Elas utilizam nome, cartão de crédito e dados dessas pessoas sem seu consentimento.

Nesse caso, o pedido é entregue no endereço indicado pelo fraudador. Mas não é o titular do cartão quem fica com o prejuízo, e sim o quem vendeu o produto. Isso porque o titular não reconhece a compra e solicita que a prestadora do cartão cancele o pagamento. O lojista fica sem a mercadoria e o dinheiro.

2. Password cracker

Ocorre quando um hacker descobre a senha de um determinado usuário, cliente da loja virtual. Ele entra no sistema, realiza compras e solicita outro endereço para a entrega do pedido.

3. Autofraude

Se nas fraudes anteriores o titular do cartão desconhecia a compra, na autofraude é ele mesmo quem comete a fraude. Como? Ele compra o produto e após o recebimento notifica a prestadora do cartão de crédito alegando que não foi ele quem fez a compra.

4. Fraude amigável

A fraude amigável nem sempre ocorre por má-fé do titular, mas, ainda assim, leva prejuízo a alguém. A situação ocorre quando uma pessoa conhecida do titular do cartão de crédito realiza a compra sem o seu consentimento. Como ele não a reconhece, o titular entra em contato com a administradora e pede o estorno da compra que ele julga indevida, causando despesa ao lojista virtual.

5. Mobile fraude

Ocorre quando pessoas mal-intencionadas capturam dados via SMiShing (mensagem para roubos de dados) ou roubam um smartphone contendo dados bancários do usuário. Com esses dados, os fraudadores compram em lojas virtuais e não pagam, gerando o prejuízo.

Como visto, na maioria dos casos, independente dos tipos de fraudes o prejuízo fica por conta do lojista, que se vê em uma situação em que é preciso se resguardar. Ao desenvolver barreiras para evitar as fraudes, o lojista protege seu negócio e a integridade de seus clientes, aumentando a boa reputação da loja e diminuindo os riscos de perder recursos.

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