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Categoria: curiosidades

4 fatos sobre fraudes em cartões de créditos em compras online

4 fatos sobre fraudes em cartões de créditos em compras online

Os cartões de crédito em compras online representam a forma de pagamento mais utilizada no meio. E, infelizmente, também são os principais alvos de fraudadores. Para se ter uma ideia, o Brasil é o segundo país com maior número de fraudes, segundo pesquisa conduzida pela Global Consumer Card Fraud 2016.

Dados da pesquisa mostram que 49% dos consumidores do país afirmaram já ter passado por situações que se caracterizam como algum tipo de fraude com cartões nos últimos cinco anos. Na última pesquisa feita em 2014, o país estava na oitava posição.

Entretanto, esses não são os únicos fatos relacionados às fraudes. Há outros que você precisa conhecer! Saiba mais com este post!

1. Há mais de um tipo de fraude

Em linhas gerais, as fraudes com cartão de crédito ocorrem quando alguém rouba os dados do cartão e faz compras com ele sem o consentimento do titular ou, ainda, quando alguém próximo ao titular ou o próprio dono do cartão fazem a compra e  este último notifica a prestadora que não foi ele. São as chamadas fraudes de Roubo de Dados, Amigável e Autofraude, respectivamente. Nesse caso, os valores são estornados e o prejuízo fica com o e-commerce.

2. O endereço é a principal informação para ajudar a identificar fraudes

Nome, CPF e telefone nem sempre são conferidos pelos e-commerces (em especial pelos maiores) no momento da compra, quando a loja virtual solicita os dados do titular do cartão.

Isso acontece porque o Brasil e tantos outros países não contam com uma forma de verificação automática dessas informações. Em negócios grandes, a verificação não é feita manualmente e não é possível saber se o comprador é mesmo o titular. Na maioria dos e-commerces, o validador mais utilizado é o endereço.

3. O fluxo de venda é mais simples do que parece

Muitos e-commerces não adotam um intermediador de pagamento e não apresentam problemas por conta disso. Eles apenas precisam estar conectados a um adquirente e realizar suas transações de venda. Isso porque o fluxo do cartão de crédito ocorre de duas formas: a pré-autorização e a autorização.

A pré-autorização ocorre quando o vendedor solicita a reserva de um determinado valor do limite do cartão do cliente, por períodos pré-definidos que vão assegurar que o lojista receba pelo serviço prestado.

Esse método é bastante utilizado por hotéis em reserva pela internet. O hotel solicita a reserva do valor referente à estadia, informando quando o hóspede chega e quando ele vai embora. Então, o valor é cobrado e lançado na fatura. Vale ressaltar que a pré-autorização não é obrigatória.

A autorização é um tipo de transação que é enviado ao emissor do cartão com resposta imediata. A prestadora aprova ou nega a transação.

4. Análises de risco são as principais ferramentas antifraude

Realizar análises de risco (internas ou externas) e criar políticas para assegurar as vendas no ambiente digital são outras formas de diminuir as chances de fraude com cartões de crédito em compras online. É importante frisar que nem sempre é possível eliminar completamente as fraudes, mas é possível ter metas de redução realistas.

Gostou do que leu? Aproveite e descubra também sobre o perigo das fraudes no e-commerce!

Quais foram as maiores fraudes de 2016?

Quais foram as maiores fraudes de 2016?

Não podemos negar que a tecnologia tem facilitado a vida de muitos. Cada vez mais, as empresas informatizam seus processos, conseguindo excelentes resultados em produtividade e lucratividade.

No entanto, com o avanço da tecnologia, vimos também a evolução dos ataques cibernéticos. Neste artigo você vai conferir as principais fraudes de 2016 e verá como os fraudadores estão cada vez mais sofisticados.

Está curioso? Quer saber também como se proteger? Continue a leitura!

Lojas Virtuais Falsas

Em um caso notório ocorrido em 2016, criminosos usaram um domínio muito parecido com o de uma marca de materiais esportivos, que não possuía site no país. Ofertavam produtos a preços baixos e faziam anúncios no Facebook e Google, para passar um ar de veracidade.

Um fator curioso é que o único meio de pagamento fornecido pela loja falsa era o boleto — que não tem como ser ressarcido, como o cartão de crédito. Todos os clientes ficaram no prejuízo.

Para se proteger verifique o CNPJ, os certificados de segurança e a reputação da loja — tanto em sites de reclamações como nas avaliações de compras.

Fraude dos Cartões Quebrados

Nessa fraude, ocorrida em vários estados do Brasil, uma pessoa se passava por funcionário do banco emissor dos cartões e informava compras e saques que não existiam. Depois que o cliente confirmava não ter feito a ação, a pessoa dizia que bloquearia o cartão e pedia para o cliente digitar a senha para confirmar o bloqueio.

Por fim, o fraudador ainda orientava a pessoa a quebrar o cartão e entregá-lo para um “motoboy da empresa” — o que deu o nome desse golpe.

Com o cartão quebrado e a senha em mãos, quando o chip não era avariado, os criminosos faziam compras que, em alguns casos, chegaram a R$ 35 mil reais.

Clonagem de Cartões de País Vizinho

Hackers brasileiros atacaram a Visa Europa e clonaram cartões de créditos de clientes de Portugal. Em seguida, fizeram compras em lojas virtuais brasileiras. Como os dois países falam o mesmo idioma e os nomes são muito parecidos, o golpe causou pouca desconfiança.

Milhares de pessoas foram afetadas, a operadora de cartão ressarciu os clientes portugueses, mas o prejuízo foi grande para as lojas virtuais brasileiras. Isso ocorre porque, em caso de chargeback (quando o cliente solicita o estorno da compra), é o lojista que acaba arcando com o valor.

Compra fraudulenta para ganhar bônus

Uma loja dos EUA estava com uma promoção que oferecia um crédito de U$ 10,00 a cada U$ 50,00 gastos, tanto em lojas virtuais quanto físicas. Estelionatários invadiram as contas dos clientes e, usando cartões clonados, realizaram compras de alto valor.

Enquanto as vítimas recebiam os produtos que não compraram, os fraudadores compravam produtos utilizando os bônus das transações que foram realizadas.

Adoção de cartões com chip

Durante a Black Friday de 2016, houve um aumento considerável nas fraudes do comércio eletrônico nos países que adotam o cartão com chip, como Brasil, EUA e países da Europa.

Os criminosos roubavam as informações dos cartões e realizavam compras em sites. O período de grandes promoções é especialmente utilizado porque as lojas estão “abarrotadas” de pedidos e o endereço para entrega de presente é algo normal nesse período.

Para chamar menos atenção, os criminosos deixaram de comprar produtos eletrônicos, que recebe maior atenção na segurança e passaram a comprar relógios, tênis e barbeadores elétricos.

Se as fraudes de 2016 passaram por evoluções, o que esperar para 2017? É necessário se prepara e se antecipar para não ser pego de surpresa. Quer saber mais sobre algum tipo de fraude que não comentamos? Deixe o seu comentário que iremos ajudá-lo!

6 curiosidades inacreditáveis sobre fraudes online

6 curiosidades inacreditáveis sobre fraudes online

As fraudes online trazem dores de cabeças aos lojistas, mas não é por isso que podem ser curiosas. Por exemplo: você sabia que o primeiro produto anunciado no eBay, em 1995, um dos maiores marketplaces do mundo, foi um produto defeituoso? Era uma caneta quebrada vendida por 15 dólares, mas quem comprou nem se importou, afinal, era o primeiro produto vendido online.

No post de hoje, separamos 6 curiosidades sobre fraudes online que você nem imagina! Continue acompanhando!

1. Fraudes online superam as fraudes com cheques

Em 2006, pela primeira vez na história, as compras fraudulentas realizadas no ambiente virtual superaram as fraudes realizadas com cheques. Pode até ter demorado, mas a verdade é que certamente isso aconteceria, uma vez que os pagamentos online só crescem, enquanto cada vez menos pessoas utilizam o talão de cheques.

2. Se você apaga e-mails fraudulentos, eles param de chegar

São comuns as fraudes que começam com o roubo de dados. Um dos caminhos são os falsos e- mails de instituições financeiras. Que elas são comuns todo mundo sabe, talvez você tenha recebido uma dessas falsas mensagens hoje mesmo, falando que você precisa atualizar seus dados ou um programa.

Os bancos nunca fazem atualizações de dados enviando e-mails para seus clientes, mas isso parece não chegar aos ouvidos de quem cai nesse golpe. Por outro lado, quem identifica e exclui esses e-mails vai parar de recebê-los. Isso porque o provedor entende que esse tipo de e-mail não é do seu interesse e eles vão diretamente para a caixa de spam.

3. Nem sempre são os “bandidos” que fraudam

Geralmente, as fraudes ocorrem com o roubo de dados e do cartão de crédito, mas também existe uma modalidade chamada autofraude, em que o titular do cartão efetua a compra e depois informa à prestadora que houve uma compra indevida.

Além dessa, existe a “fraude amiga”, quando um conhecido do titular utiliza os dados, e este (sem saber da compra) solicita o estorno. Em ambos os casos, quem fica com o prejuízo é o lojista.

4. Também existem fraudes do coração

Romance scammer é aquele que as pessoas criam perfis fake nas redes sociais para seduzir e pedir quantias de dinheiro das vítimas. Muitas pessoas que caíram no conto dos scammers acumulam não só decepções amorosas, como também financeiras. Existem até os “caça-scammers”, que procuram essas pessoas mal intencionadas.

5. As regiões Norte e Nordeste são as que mais registram fraudes online

As regiões Norte e Nordeste têm o maior percentual de fraudes online do país. Durante o primeiro trimestre de 2016, no estado do Ceará, que está na frente, 13,52% das compras foram fraudulentas, seguido do Tocantins (13,42%) e do Pará (7,78%).

Com tudo isso, podemos ver como é importante procurar meios de reduzir fraudes online em e-commerces, de modo que os clientes se sintam cada vez mais seguros para realizar suas compras, aumentando, assim, as possibilidades de venda.

E então, gostou do nosso post? Então continue com a gente e confira outras ações que devem ser realizadas com o intuito de aumentar as vendas nas lojas virtuais!

É possível ficar totalmente seguro contra fraudes?

É possível ficar totalmente seguro contra fraudes?

Nenhum negócio está livre das fraudes, sendo elas responsáveis por crises na empresa, quedas no faturamento, entre outras situações indesejadas. Um exemplo é o e-commerce: o comércio eletrônico chega a um percentual de 1,4% desse tipo de transgressão em todo o mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2016, as tentativas de fraude cresceram 1,32%.

Esses problemas ocorrem em todo tipo de companhia e chamam a atenção dos empreendedores, em especial quando comprometem a saúde do negócio. 

Mas como se resguardar e manter o ambiente seguro contra fraudes? Descubra neste post!

Como ficar seguro contra fraudes

Os fraudadores estão agindo, mas existem tecnologias e técnicas que podem diminuir o percentual de fraudes. São métodos eficientes e testados para assegurar as transações. Acompanhe algumas sugestões:

Tenha um plano contra fraudes com percentuais realistas

Infelizmente, é difícil chegar a uma taxa de fraudes zero, mas não é impossível. O que exige um planejamento que se inicia com o cálculo do volume de problemas para a incorporação de riscos.

Também devem ser criadas medidas internas, busca de ferramentas de proteção e protocolos para aumentar a segurança nas operações de venda.

Mantenha a equipe interessada nas medidas adotadas

Manter o ambiente seguro exige a dedicação de todos os envolvidos. Nesse sentido, é importante manter toda a equipe interessada nos processos e medidas de seguranças adotadas. Os membros do time precisam estar cientes de que nem sempre os processos automatizados vão dar conta de determinados tipos de ações. 

Procure mantê-los informados quanto à importância de ajudarem no tema, procurando novas ameaças e soluções. Eles precisam estar cientes de que o sucesso do negócio depende da colaboração deles. 

Contratação de uma solução específica

É preciso analisar rapidamente as transações de compra, tendo em vista que processos de validação demorados podem ser mal avaliados pelo cliente. Pense na contratação de ferramentas antifraudes, criadas por empresas especializadas no tema.

Tais companhias possuem uma rotina de análises das informações fornecidas no momento da compra, procuram por sinais de fraudes e fazem a validação dos dados fornecidos.

O que é preciso para manter-se atualizado

Todos os dias surgem novos tipos de fraudes e riscos para os negócios. Porém, é possível prevenir grande parte desses problemas com bons serviços e sistemas de segurança, acima listados, primando pela vigilância de qualidade e experiência na gestão das operações.

Manter o ambiente seguro contra fraudes é uma tarefa difícil. Contudo, com uma estratégia inteligente, com ações integradas, é possível atingir os objetivos do negócio. Também é importante pesquisar sobre o tema, bem como as ações para o aumento da segurança. 

É válido ressaltar que existem diferentes tipos de fraudes, algumas delas deliberadas, ou seja, com ciência do proprietário do cartão. O que é mais um motivo para se manter por dentro das tendências a fim de deixar o negócio seguro contra fraudes. 

Quais ações você vem desenvolvendo em sua empresa para se manter seguro contra fraudes? Quer saber mais sobre as novidades dessa área? Siga nosso perfil nas redes sociais e veja tudo sobre o tema!

4 problemas que a fraude causa

4 problemas que a fraude causa

Proteger a reputação da sua loja virtual deve ser a sua prioridade, pois quem atua nesse mercado, sabe que a fraude pode trazer muitos prejuízos para a empresa, porque sempre que houver um pedido de devolução, quem vai arcar com reembolso sempre será o empresário.

Se não houver um plano de prevenção eficiente, isso pode se tornar cada vez mais comum em sua loja e, consequentemente, pode comprometer a saúde financeira da empresa.

Por essa razão, listamos 4 problemas que a fraude causa para te ajudar a identificá-los e solucioná-los imediatamente.

 

 

Quais os problemas causados pela fraude?

1. Entrar no programa de chargeback

O chargeback é uma solicitação de devolução de uma venda feita através do cartão de crédito ou débito. Isso pode acontecer pelo não reconhecimento da compra pelo dono do cartão.

Após realizar a venda, o lojista descobre que o valor referente a ela não será creditado, em virtude de ter sido considerada fraudulenta ou inválida. Caso já tenha sido creditado, o valor é estornado imediatamente.

O programa de chargeback é um sistema antifraude que tem como objetivo proteger o consumidor, dando a ele maior segurança na hora de realizar as transações com o cartão de crédito, principalmente no e-commerce.

É importante você saber que o lojista somente será notificado que entrou no programa de chargeback, se superar a taxa de fraudes aceitáveis, que é de até 1%.

Caso isso ocorra, a operadora de cartão de crédito irá notifica-lo de que a sua loja virtual precisa diminuir esse índice em determinado prazo, sob pena de multa e, em último caso, ele pode perder o direito de vender com determinada bandeira cartão de crédito.

Para sair do programa de chargeback você terá de assumir compromissos com a operadora do cartão garantindo que terá redução nesse índice. Para isso você pode contar com a ajuda de um sistema antifraude que auxilia na captura das fraudes.

2. Diminuição no número de consumidores

Seus prejuízos podem ir muito além dos danos financeiros, ou seja, a fraude faz com que você corra um sério risco de perder sua credibilidade perante seus consumidores.

Se um cliente tiver seu cartão de crédito “clonado” na sua loja online, ele pode ficar com medo de comprar novamente e pior, ele pode contar o que aconteceu para outras pessoas, fazendo com que a credibilidade da sua loja diminua e o número de clientes também.

Por mais que a maior vítima das fraudes seja o e-commerce, vai ser muito difícil o consumidor conseguir entender quem é o verdadeiro responsável pelo golpe.

3. Prejuízos com transportes

Outra perda que o comerciante também pode ter é com o transporte. Pois, o valor pago pelo frete não será suficiente para arcar com todos os gastos compreendidos, como deslocar um ou mais funcionários para realizar uma entrega desnecessária, gasto com gasolina, perda de tempo, embalagens e outras despesas que fazem parte de uma venda.

4. Prejuízos com multas dos cartões Visa e/ou Martercard

As multas que você pode receber por ultrapassar a taxa aceitável de 1% de fraudes são contínuas e cobradas em dólar, podendo chegar até U$ 200,00 por cada chargeback sofrido.

Enquanto o seu negócio não chegar ao limite aceitável, as multas continuam e tornam-se ainda mais severas.

Como se prevenir?

Os prejuízos com a fraude vão muito além do chargeback, pois podem causar muitas preocupações, além de colocar em risco a atividade da sua loja online. Por essa razão, a melhor forma de combater a fraude é prevenir-se contra ela e, sem um sistema especializado, vai ser muito difícil você conseguir precaver-se.

Ter um sistema antifraude para vendas na internet é essencial para que o comerciante não seja lesado pela fraude. É preciso estar ciente de que os fraudadores estão se profissionalizando cada vez mais e não agem de forma isolada. Por isso, é necessário que você possua um serviço especializado para identificar as transações fraudulentas e eliminar esse risco de uma vez por todas.

Gostou das nossas dicas? Então, que tal compartilhar sua experiência conosco, deixando seu comentário? Participe!

Conheça 5 tipos de fraudes

Conheça 5 tipos de fraudes

A fraude é uma das principais preocupações dos gestores de e-commerces. Só no ano passado, as lojas virtuais de todo o mundo perderam mais de R$ 1,9 bilhão com fraudes. No Brasil, estima-se que de 3% a 5% das compras realizadas nas lojas virtuais são de origem fraudulenta, gerando um prejuízo muito grande aos lojistas, o que prejudica todas as instituições ligadas ao setor. No post de hoje, você conhecerá os 5 principais tipos de fraudes no e-commerce! Acompanhe!

 

 

Principais tipos de fraudes

Atualmente, presenciamos um cenário em que há certa banalização dos dados cadastrais, o que viabiliza as fraudes. Ataques de pessoas mal-intencionadas e vazamentos de informações tornaram os processos fraudulentos mais populares. É fácil entrar em uma rede social e ver alguém vendendo informações de cartão de crédito e demais dados.

É praticamente impossível para os gestores garantir que o comprador é, de fato, o portador de um cartão de crédito e que aquela transação é legítima. As fraudes envolvendo cartões de crédito são as mais comuns, devido à facilidade de se obter dados e à dificuldade de se encontrar os culpados. A justiça ainda não é tão eficiente quanto a esse tipo de golpe.

Veja quais os principais tipos de fraudes:

1. Fraude deliberada

Ocorre quando uma pessoa mal-intencionada ou quadrilha furtam dados de uma determinada pessoa ou instituição e efetuam compras. Elas utilizam nome, cartão de crédito e dados dessas pessoas sem seu consentimento.

Nesse caso, o pedido é entregue no endereço indicado pelo fraudador. Mas não é o titular do cartão quem fica com o prejuízo, e sim o quem vendeu o produto. Isso porque o titular não reconhece a compra e solicita que a prestadora do cartão cancele o pagamento. O lojista fica sem a mercadoria e o dinheiro.

2. Password cracker

Ocorre quando um hacker descobre a senha de um determinado usuário, cliente da loja virtual. Ele entra no sistema, realiza compras e solicita outro endereço para a entrega do pedido.

3. Autofraude

Se nas fraudes anteriores o titular do cartão desconhecia a compra, na autofraude é ele mesmo quem comete a fraude. Como? Ele compra o produto e após o recebimento notifica a prestadora do cartão de crédito alegando que não foi ele quem fez a compra.

4. Fraude amigável

A fraude amigável nem sempre ocorre por má-fé do titular, mas, ainda assim, leva prejuízo a alguém. A situação ocorre quando uma pessoa conhecida do titular do cartão de crédito realiza a compra sem o seu consentimento. Como ele não a reconhece, o titular entra em contato com a administradora e pede o estorno da compra que ele julga indevida, causando despesa ao lojista virtual.

5. Mobile fraude

Ocorre quando pessoas mal-intencionadas capturam dados via SMiShing (mensagem para roubos de dados) ou roubam um smartphone contendo dados bancários do usuário. Com esses dados, os fraudadores compram em lojas virtuais e não pagam, gerando o prejuízo.

Como visto, na maioria dos casos, independente dos tipos de fraudes o prejuízo fica por conta do lojista, que se vê em uma situação em que é preciso se resguardar. Ao desenvolver barreiras para evitar as fraudes, o lojista protege seu negócio e a integridade de seus clientes, aumentando a boa reputação da loja e diminuindo os riscos de perder recursos.

Curtiu este post? Preparado para evitar os principais tipos de fraudes? Assine nossa newsletter e acompanhe mais conteúdos interessantes!

4 erros de segurança que você não pode cometer na loja online

4 erros de segurança que você não pode cometer na loja online

Confiança e segurança são pontos-chave para conseguir manter a loja online rentável. E-commerces que possuem um ambiente seguro levam vantagem em relação àqueles que não tratam o tema com a devida seriedade. Isso ocorre porque a taxa de conversão está ligada diretamente com a segurança oferecida pelo negócio.

A preservação dos dados do cliente e das suas próprias transações são os aspectos mais importantes a serem observados. Há muitas pessoas de má índole que esperam por alguma falha para fraudar as transações e roubar dados, o que traz inúmeros problemas prejudiciais à reputação e às finanças do e-commerce.

 

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O negócio virtual não pode errar na segurança, pois além dos motivos citados, perde fidelizações e recomendações. Para auxiliar, veja algumas quais são os erros de segurança que você não pode cometer na loja online.

1. Não criar uma política de privacidade

Uma política de privacidade deve ser redigida, e não copiada de outro site. Em linhas gerais, é o documento que determina e informa a maneira como o e-commerce utiliza, armazena e trata as informações de seus consumidores.

Esse documento tem como objetivo informar e alertar o consumidor quais dados serão coletados, como serão mantidos em sigilo, se serão compartilhados ou vendidos para outras empresas.

2. Deixar de atualizar a plataforma

Todo e-commerce possui uma plataforma que precisa ser atualizada de acordo com as especificações do fornecedor, o que vale também para extensões e patches. As atualizações são fundamentais para a correção de bugs e vulnerabilidades, que se não forem resolvidas podem comprometer o desempenho da sua loja virtual.

Geralmente a plataforma envia notificações informando sobre as atualizações e é um procedimento simples. O que você não pode ― e não deve! ― é colocar tudo a perder por não seguir esse procedimento.

Crie uma rotina para fazer esse tipo de verificação como, toda última semana do mês onde você faz o balanço de estoque, vendas, faturamento já adicionar no checklist uma verificação de atualizações.

3. Não adotar um certificado SSL

O SSL (Secure Socket Layer) é um protocolo que aumenta a segurança dos dados enviados e recebidos online pelo servidor  e o usuário. O certificado SLL atesta que o seu e-commerce não é falso, que ele criptografa para assegurar o sigilo das informações compartilhadas pelos consumidores e, principalmente, demonstra os esforços do negócio em manter o ambiente seguro para seu público. Você reconhece que um site tem esse tipo de certificado quando aparece um cadeado na barra onde está o endereço do site acessado.

Os certificados podem ser utilizados em um único domínio ou em todos os subdomínios como, por exemplo:

Você quer garantir que o seu site lojaonline.com.br será acessado com HTTPS e estará criptografado porém, se você tiver o domínio, blog.lojaonline.com.br ele não estará coberto pelo certificado simples de SSL. Para esses casos, que você queira proteger todos os domínios existem duas opções: Comprar um certificado para cada domínio a ser criptografado ou um certificado Wild Card que pode ser implementado em tudo que estiver abaixo do seu domínio.

Não há porquê não ter um certificado SLL, pois existem opções gratuitas e eficazes como, por exemplo, o Let’s Encrypt!

4. Não fazer testes de segurança na loja online

Todos os dias são criadas novas ameaças e nem sempre os desenvolvedores têm capacidade de acompanhá-las, o que pode tornar o ambiente virtual vulnerável. Por essa razão, é importante ter um suporte que faça testes, acompanhe as vulnerabilidades em sua plataforma e servidor.

Mencionamos algumas das medidas básicas que toda loja online precisa seguir. Tão importante quanto os aspectos financeiros e de marketing, são as medidas que asseguram as transações envolvendo a segurança e confidencialidade dos dados. E caso a sua loja virtual não adote medidas protetivas, pode perder vendas.

A lista pode ficar maior conforme o tamanho e estrutura do e-commerce, daí a necessidade de se manter sempre alerta para esses pontos.

Nosso post foi útil para você e seu empreendimento? Deixe seu comentário e compartilhe suas dúvidas, sugestões e experiências conosco!

Como montar o mix de produtos ideal para seu e-commerce

Como montar o mix de produtos ideal para seu e-commerce

Uma dúvida muito comum para os novos empreendedores em e-commerce é: o que vender em sua loja virtual? Se você está na estrada há mais tempo, também já deve ter parado para se perguntar se está vendendo a coisa certa do jeito certo, não é mesmo? As respostas para essas questões sempre envolverão a escolha de um bom mix de produtos.

Começando pela definição, um mix de produtos é o composto, grupo ou categoria de produtos e suas divisões, com o qual uma empresa escolhe trabalhar e vender em sua loja, no caso, virtual. A decisão por um mix de produtos envolve vários fatores e não existe uma fórmula única, mas o melhor caminho a seguir é a definição do público-alvo a ser atingido.

 

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Por meio da observância dos hábitos, preferências e comportamento do seu público-alvo, você conseguirá descobrir o que oferecer para ele, focando em soluções para seus problemas e suprir suas necessidades.

Mas como montar o mix de produtos ideal para um e-commerce? É o que falaremos a seguir! Continue a leitura para saber!

Focar em profundidade ou amplitude?

Profundidade, sem dúvidas. A melhor escolha é optar pela variedade dentro de uma mesma categoria de produtos, e não várias categorias diferentes. Isso se deve ao fato de que é necessário criar uma identidade e reputação para o seu negócio, portanto, não é indicado focar em vender um pouco de várias categorias de produtos, mas sim vender muito de uma única categoria.

Se tornar especialista naquilo que você vende é a grande questão, assim, sua empresa se torna uma referência para os clientes e acaba criando autoridade no mercado.

Dessa forma, seu negócio se torna mais viável e seu trabalho um pouco mais fácil. Pense em como é desgastante ter que administrar várias linhas de produtos diferentes, cadastrá-los no site com informações e imagens adequadas, lidar com vários fornecedores e com a logística, sem falar na limitação do seu caixa.

A decisão de ampliar seu mix de produtos deve ocorrer à medida que sua marca vai se consolidando no mercado e fortalecendo seu vínculo com os clientes. Assim, é possível começar a introduzir novas nichos de produtos ao negócio, e aqueles que tiverem maior aceitação e se encaixarem melhor nas estratégias da empresa ganharão maior destaque, e assim por diante.

Preço x exclusividade

Bom, você sabe que não adianta querer concorrer com as grandes empresas de e-commerce no quesito preço competitivo, e também não é uma boa opção vender o que todo mundo vende.

Trabalhar com um produto exclusivo e de alto valor agregado é o que vai garantir sua diferenciação diante dos concorrentes e maior rentabilidade.

Armazenamento e logística

Quando se trabalha com uma grande variedade de categorias de produtos, o controle de estoque pode ser um problema. Gerenciar prazos de validade, diversidade de tamanhos, volumes, cores e padrões demanda muito mais atenção e organização do que focar em apenas um tipo de produto.

Pense também na questão do envio para os clientes, trabalhar com vários produtos diferentes demandará formas de manuseio, embalagens e fretes muito diversificados, o que pode acarretar em maiores custos e consequente aumento nos preços de venda.

Por fim, tenha em mente que parecer grande sem conseguir entregar qualidade ao cliente representa uma falha que pode ser a ruína do seu negócio. Disponibilizar o mix de produtos ideal para o seu público-alvo, atendendo suas necessidades e com o intuito de fazer diferença na vida do consumidor é o melhor caminho para seu e-commerce conseguir destaque e sucesso num mercado tão competitivo e instável.

Gostaria de compartilhar alguma observação ou dúvida sobre o assunto? Deixe seu comentário e participe!