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É possível ficar totalmente seguro contra fraudes?

É possível ficar totalmente seguro contra fraudes?

Nenhum negócio está livre das fraudes, sendo elas responsáveis por crises na empresa, quedas no faturamento, entre outras situações indesejadas. Um exemplo é o e-commerce: o comércio eletrônico chega a um percentual de 1,4% desse tipo de transgressão em todo o mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2016, as tentativas de fraude cresceram 1,32%.

Esses problemas ocorrem em todo tipo de companhia e chamam a atenção dos empreendedores, em especial quando comprometem a saúde do negócio. 

Mas como se resguardar e manter o ambiente seguro contra fraudes? Descubra neste post!

Como ficar seguro contra fraudes

Os fraudadores estão agindo, mas existem tecnologias e técnicas que podem diminuir o percentual de fraudes. São métodos eficientes e testados para assegurar as transações. Acompanhe algumas sugestões:

Tenha um plano contra fraudes com percentuais realistas

Infelizmente, é difícil chegar a uma taxa de fraudes zero, mas não é impossível. O que exige um planejamento que se inicia com o cálculo do volume de problemas para a incorporação de riscos.

Também devem ser criadas medidas internas, busca de ferramentas de proteção e protocolos para aumentar a segurança nas operações de venda.

Mantenha a equipe interessada nas medidas adotadas

Manter o ambiente seguro exige a dedicação de todos os envolvidos. Nesse sentido, é importante manter toda a equipe interessada nos processos e medidas de seguranças adotadas. Os membros do time precisam estar cientes de que nem sempre os processos automatizados vão dar conta de determinados tipos de ações. 

Procure mantê-los informados quanto à importância de ajudarem no tema, procurando novas ameaças e soluções. Eles precisam estar cientes de que o sucesso do negócio depende da colaboração deles. 

Contratação de uma solução específica

É preciso analisar rapidamente as transações de compra, tendo em vista que processos de validação demorados podem ser mal avaliados pelo cliente. Pense na contratação de ferramentas antifraudes, criadas por empresas especializadas no tema.

Tais companhias possuem uma rotina de análises das informações fornecidas no momento da compra, procuram por sinais de fraudes e fazem a validação dos dados fornecidos.

O que é preciso para manter-se atualizado

Todos os dias surgem novos tipos de fraudes e riscos para os negócios. Porém, é possível prevenir grande parte desses problemas com bons serviços e sistemas de segurança, acima listados, primando pela vigilância de qualidade e experiência na gestão das operações.

Manter o ambiente seguro contra fraudes é uma tarefa difícil. Contudo, com uma estratégia inteligente, com ações integradas, é possível atingir os objetivos do negócio. Também é importante pesquisar sobre o tema, bem como as ações para o aumento da segurança. 

É válido ressaltar que existem diferentes tipos de fraudes, algumas delas deliberadas, ou seja, com ciência do proprietário do cartão. O que é mais um motivo para se manter por dentro das tendências a fim de deixar o negócio seguro contra fraudes. 

Quais ações você vem desenvolvendo em sua empresa para se manter seguro contra fraudes? Quer saber mais sobre as novidades dessa área? Siga nosso perfil nas redes sociais e veja tudo sobre o tema!

4 problemas que a fraude causa

4 problemas que a fraude causa

Proteger a reputação da sua loja virtual deve ser a sua prioridade, pois quem atua nesse mercado, sabe que a fraude pode trazer muitos prejuízos para a empresa, porque sempre que houver um pedido de devolução, quem vai arcar com reembolso sempre será o empresário.

Se não houver um plano de prevenção eficiente, isso pode se tornar cada vez mais comum em sua loja e, consequentemente, pode comprometer a saúde financeira da empresa.

Por essa razão, listamos 4 problemas que a fraude causa para te ajudar a identificá-los e solucioná-los imediatamente.

 

 

Quais os problemas causados pela fraude?

1. Entrar no programa de chargeback

O chargeback é uma solicitação de devolução de uma venda feita através do cartão de crédito ou débito. Isso pode acontecer pelo não reconhecimento da compra pelo dono do cartão.

Após realizar a venda, o lojista descobre que o valor referente a ela não será creditado, em virtude de ter sido considerada fraudulenta ou inválida. Caso já tenha sido creditado, o valor é estornado imediatamente.

O programa de chargeback é um sistema antifraude que tem como objetivo proteger o consumidor, dando a ele maior segurança na hora de realizar as transações com o cartão de crédito, principalmente no e-commerce.

É importante você saber que o lojista somente será notificado que entrou no programa de chargeback, se superar a taxa de fraudes aceitáveis, que é de até 1%.

Caso isso ocorra, a operadora de cartão de crédito irá notifica-lo de que a sua loja virtual precisa diminuir esse índice em determinado prazo, sob pena de multa e, em último caso, ele pode perder o direito de vender com determinada bandeira cartão de crédito.

Para sair do programa de chargeback você terá de assumir compromissos com a operadora do cartão garantindo que terá redução nesse índice. Para isso você pode contar com a ajuda de um sistema antifraude que auxilia na captura das fraudes.

2. Diminuição no número de consumidores

Seus prejuízos podem ir muito além dos danos financeiros, ou seja, a fraude faz com que você corra um sério risco de perder sua credibilidade perante seus consumidores.

Se um cliente tiver seu cartão de crédito “clonado” na sua loja online, ele pode ficar com medo de comprar novamente e pior, ele pode contar o que aconteceu para outras pessoas, fazendo com que a credibilidade da sua loja diminua e o número de clientes também.

Por mais que a maior vítima das fraudes seja o e-commerce, vai ser muito difícil o consumidor conseguir entender quem é o verdadeiro responsável pelo golpe.

3. Prejuízos com transportes

Outra perda que o comerciante também pode ter é com o transporte. Pois, o valor pago pelo frete não será suficiente para arcar com todos os gastos compreendidos, como deslocar um ou mais funcionários para realizar uma entrega desnecessária, gasto com gasolina, perda de tempo, embalagens e outras despesas que fazem parte de uma venda.

4. Prejuízos com multas dos cartões Visa e/ou Martercard

As multas que você pode receber por ultrapassar a taxa aceitável de 1% de fraudes são contínuas e cobradas em dólar, podendo chegar até U$ 200,00 por cada chargeback sofrido.

Enquanto o seu negócio não chegar ao limite aceitável, as multas continuam e tornam-se ainda mais severas.

Como se prevenir?

Os prejuízos com a fraude vão muito além do chargeback, pois podem causar muitas preocupações, além de colocar em risco a atividade da sua loja online. Por essa razão, a melhor forma de combater a fraude é prevenir-se contra ela e, sem um sistema especializado, vai ser muito difícil você conseguir precaver-se.

Ter um sistema antifraude para vendas na internet é essencial para que o comerciante não seja lesado pela fraude. É preciso estar ciente de que os fraudadores estão se profissionalizando cada vez mais e não agem de forma isolada. Por isso, é necessário que você possua um serviço especializado para identificar as transações fraudulentas e eliminar esse risco de uma vez por todas.

Gostou das nossas dicas? Então, que tal compartilhar sua experiência conosco, deixando seu comentário? Participe!

Conheça 5 tipos de fraudes

Conheça 5 tipos de fraudes

A fraude é uma das principais preocupações dos gestores de e-commerces. Só no ano passado, as lojas virtuais de todo o mundo perderam mais de R$ 1,9 bilhão com fraudes. No Brasil, estima-se que de 3% a 5% das compras realizadas nas lojas virtuais são de origem fraudulenta, gerando um prejuízo muito grande aos lojistas, o que prejudica todas as instituições ligadas ao setor. No post de hoje, você conhecerá os 5 principais tipos de fraudes no e-commerce! Acompanhe!

 

 

Principais tipos de fraudes

Atualmente, presenciamos um cenário em que há certa banalização dos dados cadastrais, o que viabiliza as fraudes. Ataques de pessoas mal-intencionadas e vazamentos de informações tornaram os processos fraudulentos mais populares. É fácil entrar em uma rede social e ver alguém vendendo informações de cartão de crédito e demais dados.

É praticamente impossível para os gestores garantir que o comprador é, de fato, o portador de um cartão de crédito e que aquela transação é legítima. As fraudes envolvendo cartões de crédito são as mais comuns, devido à facilidade de se obter dados e à dificuldade de se encontrar os culpados. A justiça ainda não é tão eficiente quanto a esse tipo de golpe.

Veja quais os principais tipos de fraudes:

1. Fraude deliberada

Ocorre quando uma pessoa mal-intencionada ou quadrilha furtam dados de uma determinada pessoa ou instituição e efetuam compras. Elas utilizam nome, cartão de crédito e dados dessas pessoas sem seu consentimento.

Nesse caso, o pedido é entregue no endereço indicado pelo fraudador. Mas não é o titular do cartão quem fica com o prejuízo, e sim o quem vendeu o produto. Isso porque o titular não reconhece a compra e solicita que a prestadora do cartão cancele o pagamento. O lojista fica sem a mercadoria e o dinheiro.

2. Password cracker

Ocorre quando um hacker descobre a senha de um determinado usuário, cliente da loja virtual. Ele entra no sistema, realiza compras e solicita outro endereço para a entrega do pedido.

3. Autofraude

Se nas fraudes anteriores o titular do cartão desconhecia a compra, na autofraude é ele mesmo quem comete a fraude. Como? Ele compra o produto e após o recebimento notifica a prestadora do cartão de crédito alegando que não foi ele quem fez a compra.

4. Fraude amigável

A fraude amigável nem sempre ocorre por má-fé do titular, mas, ainda assim, leva prejuízo a alguém. A situação ocorre quando uma pessoa conhecida do titular do cartão de crédito realiza a compra sem o seu consentimento. Como ele não a reconhece, o titular entra em contato com a administradora e pede o estorno da compra que ele julga indevida, causando despesa ao lojista virtual.

5. Mobile fraude

Ocorre quando pessoas mal-intencionadas capturam dados via SMiShing (mensagem para roubos de dados) ou roubam um smartphone contendo dados bancários do usuário. Com esses dados, os fraudadores compram em lojas virtuais e não pagam, gerando o prejuízo.

Como visto, na maioria dos casos, independente dos tipos de fraudes o prejuízo fica por conta do lojista, que se vê em uma situação em que é preciso se resguardar. Ao desenvolver barreiras para evitar as fraudes, o lojista protege seu negócio e a integridade de seus clientes, aumentando a boa reputação da loja e diminuindo os riscos de perder recursos.

Curtiu este post? Preparado para evitar os principais tipos de fraudes? Assine nossa newsletter e acompanhe mais conteúdos interessantes!

Como os clientes avaliam a segurança em compras online?

Como os clientes avaliam a segurança em compras online?

Seu e-commerce está precisando de um aumento das taxas de conversão? Seus produtos atendem às necessidades do seu cliente, mas os carrinhos são abandonados com muita frequência? Talvez o problema esteja em como sua empresa apresenta confiabilidade ao cliente.

 

 

É importante que a empresa invista em segurança para se proteger de fraudes, mas também para fazer com que o cliente chegue ao final da transação. No e-commerce, a segurança é uma ferramenta de marketing importante, pois ninguém quer ser vítima de um roubo de dados. É preciso estar atento a algumas coisas que serão avaliadas pelo consumidor antes de concluir a compra, vamos a elas:

Reputação

A primeira coisa que o cliente vai verificar ao pensar em comprar na sua loja online é a reputação. Existem sites que fornecem acesso a reclamações de cliente e às soluções propostas pela empresa.

Além disso, as redes sociais são excelentes indicadores de satisfação do cliente, se seu comércio possui muitas reclamações, possivelmente a compra será abandonada no meio do caminho.

Outra pesquisa que pode ser feita pelos seus visitantes é a lista que o PROCON atualiza anualmente com os e-commerces não confiáveis. É importante que a empresa mantenha sua boa reputação e cumpra seus compromissos com os clientes para aumentar suas taxas de conversão.

Certificação SSL

Os clientes podem até não saber o que é uma certificação SSL, mas sabem identificar os sinais dessa certificação de segurança através do “S” no HTTPS e também a presença do cadeado verde ao lado da URL.

Investir em um Certificado Digital SSL é obrigatório em todo e-commerce, pois é responsabilidade da empresa guardar e proteger os dados pessoais que o cliente digitar no site. Esse certificado criptografa as informações fazendo que, caso os dados sejam interceptados, o conteúdo não seja acessado.

Para passar ainda mais segurança aos clientes, algumas empresas utilizam a validação da razão social através do SSL, fazendo que a barra de navegação mostre a razão social da empresa entre o cadeado verde e o HTTPS.

Selo de Blindagem

O selo do Site Blindado não é apenas uma imagem, ele contém um link que direciona para o site onde aparecerão os dados da blindagem, ou seja, domínio do site, status e razão social. Seus clientes estarão atentos a isso.

A blindagem do seu site aponta as vulnerabilidades dele, evitando que sua página seja derrubada, que alguém acesse seu banco de dados ou as informações do seu cliente ou, ainda, que seu site seja sequestrado.

A verificação de blindagem faz escaneamentos no site do seu e-commerce periodicamente, garantindo que seus visitantes tenham mais segurança para finalizar suas compras, pois você utilizará a mesma certificação que grandes marcas.

Presença de dados da empresa no site

O visitante do seu e-commerce procurará dados da empresa por trás do site, como CNPJ válido, telefone e endereço. Disponibilizar esses dados faz com que sua empresa seja mais transparente aos olhos do consumidor e transmite a segurança de que se algo der errado na transação, ele terá onde recorrer.

Como vimos, a segurança em lojas online faz com que o cliente se sinta confortável para finalizar suas compras. Portanto, o investimento em segurança é, também, um marketing positivo.

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4 formas de identificar uma fraude em transações

4 formas de identificar uma fraude em transações

O e-commerce é um dos modelos de negócio em maior destaque no mercado. Juntamente com esse sucesso, surge uma série de preocupações, pois esse modelo está sujeito à fraude em transações online.

fraude nesse comércio se dá basicamente por meio de compras com o uso do cartão de crédito, mas deixar de aceitá-los está longe de ser uma realidade possível. A maior parte das transações financeiras ocorre por meio de cartões e, ao contrário do que acontece no comércio convencional, no e-commerce os prejuízos da fraude são de responsabilidade do lojista. Isso acontece pois a autenticação da compra não é feita por meio de autorização por senha, como nas lojas físicas.

 

 

Para evitar prejuízos, a primeira atitude é ficar atento às transações realizadas, quando o perfil do volume de compras ou do comprador muda, mas isso por si só não é o suficiente. É preciso acompanhar alguns indicadores de fraude no seu comércio eletrônico. Pensando nisso, separamos os 4 principais indicadores que devem ser considerados para identificar fraudes em seu negócio.

1. Índices de chargeback”

Chargebacks ou estornos acontecem quando o proprietário do cartão contesta o lançamento junto à operadora de crédito e o lançamento é cancelado. Esse índice pode ser calculado dividindo o número de estornos pelo número de vendas recebidas no cartão de crédito.

As operadoras de cartão recomendam que o indicador de chargeback não ultrapasse 1% do faturamento total. Empresas que ultrapassam esse limite podem levar advertências ou até mesmo serem suspensas e pararem de receber pedidos com pagamentos no cartão.

Apesar da tolerância das operadoras de cartão, o ideal é que esse índice fique abaixo de 0,5%, acima disso é preciso se preocupar com problemas de fraude.

2. Aumento das análises manuais

Quando o sistema barra algum pedido por ser considerado suspeito, ele acaba indo para revisão manual, ou seja, alguém deverá analisar e liberar o pedido. O ideal é que a necessidade dessas análises permaneça abaixo dos 10%, acima disso pode ser um indicador de que seu e-commerce está suscetível à fraude.

Apesar de essa análise ser eficaz para diminuir o índice de chargeback, ela acaba sendo mais onerosa para a empresa, pois além de custar mais, prejudica a experiência de compra do cliente devido ao tempo de espera da autorização.

É preciso equilibrar as taxas de aprovação automática e manuais. Da mesma forma que a manual pode ser mais custosa, a aprovação automática de todos os pedidos pode facilitar que seu comércio seja fraudado.

3. Queda na taxa de rejeição de pedidos

A taxa de rejeição de pedidos é representada pelo número de compras que são negadas pelo sistema ou após a análise manual, por ser considerado suspeito ou inconsistente. É preciso estar atento, caso esse índice esteja abaixo de 1%, pois seu comércio pode estar sendo fraudado e seu sistema de análise sendo ineficiente.

Por outro lado, um aumento na taxa de rejeição pode estar fazendo com que pedidos fidedignos estejam sendo perdidos, sendo assim, é preciso ter um equilíbrio, assim como nas taxas de análise manuais.

4. Aumento de pedidos incomuns

Além dos índices, é preciso conhecer o perfil dos seus compradores e das suas vendas. Atente-se a algumas mudanças, como pedidos com valores maiores que o habitual e com muitos itens iguais, e também a compras múltiplas em um mesmo cartão. Por mais que em um primeiro momento isso possa parecer lucrativo, é um indicador de fraude e deve ser analisado cuidadosamente antes da liberação do pedido.

Também é preciso prestar atenção a vários pedidos com um mesmo endereço de entrega, mas feitos em cartões e endereços de cobranças diferentes.

Conhecendo essas formas de prevenir fraude e mantendo-as sob constante avaliação, é possível identificar se o seu comércio está dentro dos limites aceitáveis de fraude.

Para evitar a fraude em transações online, é preciso investir em certificados e sistemas antifraude. Assim, você garante que seu negócio continue lucrativo e competitivo. Quer saber mais sobre esse assunto? Que tal ler também nosso post “Segurança online: como fazer transações de compra online mais seguras?”!

4 erros de segurança que você não pode cometer na loja online

4 erros de segurança que você não pode cometer na loja online

Confiança e segurança são pontos-chave para conseguir manter a loja online rentável. E-commerces que possuem um ambiente seguro levam vantagem em relação àqueles que não tratam o tema com a devida seriedade. Isso ocorre porque a taxa de conversão está ligada diretamente com a segurança oferecida pelo negócio.

A preservação dos dados do cliente e das suas próprias transações são os aspectos mais importantes a serem observados. Há muitas pessoas de má índole que esperam por alguma falha para fraudar as transações e roubar dados, o que traz inúmeros problemas prejudiciais à reputação e às finanças do e-commerce.

 

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O negócio virtual não pode errar na segurança, pois além dos motivos citados, perde fidelizações e recomendações. Para auxiliar, veja algumas quais são os erros de segurança que você não pode cometer na loja online.

1. Não criar uma política de privacidade

Uma política de privacidade deve ser redigida, e não copiada de outro site. Em linhas gerais, é o documento que determina e informa a maneira como o e-commerce utiliza, armazena e trata as informações de seus consumidores.

Esse documento tem como objetivo informar e alertar o consumidor quais dados serão coletados, como serão mantidos em sigilo, se serão compartilhados ou vendidos para outras empresas.

2. Deixar de atualizar a plataforma

Todo e-commerce possui uma plataforma que precisa ser atualizada de acordo com as especificações do fornecedor, o que vale também para extensões e patches. As atualizações são fundamentais para a correção de bugs e vulnerabilidades, que se não forem resolvidas podem comprometer o desempenho da sua loja virtual.

Geralmente a plataforma envia notificações informando sobre as atualizações e é um procedimento simples. O que você não pode ― e não deve! ― é colocar tudo a perder por não seguir esse procedimento.

Crie uma rotina para fazer esse tipo de verificação como, toda última semana do mês onde você faz o balanço de estoque, vendas, faturamento já adicionar no checklist uma verificação de atualizações.

3. Não adotar um certificado SSL

O SSL (Secure Socket Layer) é um protocolo que aumenta a segurança dos dados enviados e recebidos online pelo servidor  e o usuário. O certificado SLL atesta que o seu e-commerce não é falso, que ele criptografa para assegurar o sigilo das informações compartilhadas pelos consumidores e, principalmente, demonstra os esforços do negócio em manter o ambiente seguro para seu público. Você reconhece que um site tem esse tipo de certificado quando aparece um cadeado na barra onde está o endereço do site acessado.

Os certificados podem ser utilizados em um único domínio ou em todos os subdomínios como, por exemplo:

Você quer garantir que o seu site lojaonline.com.br será acessado com HTTPS e estará criptografado porém, se você tiver o domínio, blog.lojaonline.com.br ele não estará coberto pelo certificado simples de SSL. Para esses casos, que você queira proteger todos os domínios existem duas opções: Comprar um certificado para cada domínio a ser criptografado ou um certificado Wild Card que pode ser implementado em tudo que estiver abaixo do seu domínio.

Não há porquê não ter um certificado SLL, pois existem opções gratuitas e eficazes como, por exemplo, o Let’s Encrypt!

4. Não fazer testes de segurança na loja online

Todos os dias são criadas novas ameaças e nem sempre os desenvolvedores têm capacidade de acompanhá-las, o que pode tornar o ambiente virtual vulnerável. Por essa razão, é importante ter um suporte que faça testes, acompanhe as vulnerabilidades em sua plataforma e servidor.

Mencionamos algumas das medidas básicas que toda loja online precisa seguir. Tão importante quanto os aspectos financeiros e de marketing, são as medidas que asseguram as transações envolvendo a segurança e confidencialidade dos dados. E caso a sua loja virtual não adote medidas protetivas, pode perder vendas.

A lista pode ficar maior conforme o tamanho e estrutura do e-commerce, daí a necessidade de se manter sempre alerta para esses pontos.

Nosso post foi útil para você e seu empreendimento? Deixe seu comentário e compartilhe suas dúvidas, sugestões e experiências conosco!

Como montar o mix de produtos ideal para seu e-commerce

Como montar o mix de produtos ideal para seu e-commerce

Uma dúvida muito comum para os novos empreendedores em e-commerce é: o que vender em sua loja virtual? Se você está na estrada há mais tempo, também já deve ter parado para se perguntar se está vendendo a coisa certa do jeito certo, não é mesmo? As respostas para essas questões sempre envolverão a escolha de um bom mix de produtos.

Começando pela definição, um mix de produtos é o composto, grupo ou categoria de produtos e suas divisões, com o qual uma empresa escolhe trabalhar e vender em sua loja, no caso, virtual. A decisão por um mix de produtos envolve vários fatores e não existe uma fórmula única, mas o melhor caminho a seguir é a definição do público-alvo a ser atingido.

 

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Por meio da observância dos hábitos, preferências e comportamento do seu público-alvo, você conseguirá descobrir o que oferecer para ele, focando em soluções para seus problemas e suprir suas necessidades.

Mas como montar o mix de produtos ideal para um e-commerce? É o que falaremos a seguir! Continue a leitura para saber!

Focar em profundidade ou amplitude?

Profundidade, sem dúvidas. A melhor escolha é optar pela variedade dentro de uma mesma categoria de produtos, e não várias categorias diferentes. Isso se deve ao fato de que é necessário criar uma identidade e reputação para o seu negócio, portanto, não é indicado focar em vender um pouco de várias categorias de produtos, mas sim vender muito de uma única categoria.

Se tornar especialista naquilo que você vende é a grande questão, assim, sua empresa se torna uma referência para os clientes e acaba criando autoridade no mercado.

Dessa forma, seu negócio se torna mais viável e seu trabalho um pouco mais fácil. Pense em como é desgastante ter que administrar várias linhas de produtos diferentes, cadastrá-los no site com informações e imagens adequadas, lidar com vários fornecedores e com a logística, sem falar na limitação do seu caixa.

A decisão de ampliar seu mix de produtos deve ocorrer à medida que sua marca vai se consolidando no mercado e fortalecendo seu vínculo com os clientes. Assim, é possível começar a introduzir novas nichos de produtos ao negócio, e aqueles que tiverem maior aceitação e se encaixarem melhor nas estratégias da empresa ganharão maior destaque, e assim por diante.

Preço x exclusividade

Bom, você sabe que não adianta querer concorrer com as grandes empresas de e-commerce no quesito preço competitivo, e também não é uma boa opção vender o que todo mundo vende.

Trabalhar com um produto exclusivo e de alto valor agregado é o que vai garantir sua diferenciação diante dos concorrentes e maior rentabilidade.

Armazenamento e logística

Quando se trabalha com uma grande variedade de categorias de produtos, o controle de estoque pode ser um problema. Gerenciar prazos de validade, diversidade de tamanhos, volumes, cores e padrões demanda muito mais atenção e organização do que focar em apenas um tipo de produto.

Pense também na questão do envio para os clientes, trabalhar com vários produtos diferentes demandará formas de manuseio, embalagens e fretes muito diversificados, o que pode acarretar em maiores custos e consequente aumento nos preços de venda.

Por fim, tenha em mente que parecer grande sem conseguir entregar qualidade ao cliente representa uma falha que pode ser a ruína do seu negócio. Disponibilizar o mix de produtos ideal para o seu público-alvo, atendendo suas necessidades e com o intuito de fazer diferença na vida do consumidor é o melhor caminho para seu e-commerce conseguir destaque e sucesso num mercado tão competitivo e instável.

Gostaria de compartilhar alguma observação ou dúvida sobre o assunto? Deixe seu comentário e participe!

Black Friday: por que seu e-commerce não pode deixar de participar

Black Friday: por que seu e-commerce não pode deixar de participar

Desde sua origem, a Black Friday vem ocupando uma fatia cada vez maior do faturamento anual de pequenos, médios e grandes varejistas. Atualmente, a data é um fenômeno mundial e já estabeleceu-se como uma das ocasiões mais importantes para diversos setores do mercado.

 

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Mas por que isso acontece? Como surgiu a Black Friday? E por que sua empresa não pode deixar de fazer parte dela? No post de hoje, respondemos a essas e outras questões sobre o assunto para você entender exatamente a importância da ocasião. Continue acompanhando!

O nascimento e a ascensão da Black Friday

A Black Friday originou-se nos Estados Unidos como um dia de promoções na sexta-feira logo após o feriado de Thanksgiving (Ação de Graças), comemorada sempre na quarta quinta-feira do mês de novembro. A data, portanto, inicia as compras de Natal.

Não se sabe ao certo quando o nome “Black Friday” surgiu ou como se espalhou, mas uma teoria popular é que as promoções desse dia marcariam a virada das finanças das lojas, que finalmente deixariam de estar “in the red” (no prejuízo) para ficar “in the black” (lucrando).

O fato é que a ocasião tornou-se um sucesso estrondoso entre os norte-americanos e, diante disso, espalhou-se para países como Brasil, Canadá, Austrália, Portugal, Paraguai e Reino Unido.

No Brasil, a primeira edição da Black Friday aconteceu em 28 de novembro de 2010, contando com a participação de 50 lojas de varejo online. Desde então, o evento alcançou índices altíssimos por aqui e, hoje, a venda e procura de produtos na Black Friday estende-se por diversos setores, tanto online quanto offline.

Em 2014, a Black Friday brasileira apresentou um crescimento de 51% em relação ao ano anterior. Enquanto nos Estados Unidos, a data cresceu apenas 26% no mesmo período. Mesmo com faturamento total menor, portanto, as promoções no Brasil demonstraram um crescimento admirável em pouco espaço de tempo.

Essa diferença se dá, entre outros elementos, pelo fato de a Black Friday ainda ser um evento relativamente novo no Brasil, ou seja, muitos consumidores estão dispostos a fazer parte da experiência representada por essa nova data, com suas promoções e descontos oferecidos por tantas lojas e em produtos tão diversos.

Os motivos para o sucesso da Black Friday

Agora que você já conhece o tamanho do sucesso da Black Friday, é hora de entender melhor os motivos que tornaram o evento um fenômeno tão popular e por que ele é tão interessante para as lojas. Vamos lá?

Exposição da marca

Sabe aquelas pessoas que nem têm ideia de que sua empresa existe? Durante a pesquisa de preços que elas farão antes e ao longo a Black Friday, suas promoções imperdíveis têm enormes chances de introduzi-las à sua loja!

Atração de novos clientes

Os benefícios da data, é claro, se estendem muito além dela. A Black Friday pode ser uma grande porta de entrada para novos clientes na sua loja. Dessa forma, reter os clientes captados durante o evento depende apenas das suas estratégias de negócio.

Faturamento

Com as promoções e descontos da Black Friday, resistir à compra torna-se quase impossível, não é mesmo? Um efeito consequente de qualquer data com grande procura de produtos, a Black Friday vai fazer a diferença no seu faturamento.

Em 2015, o faturamento da Black Friday no e-commerce brasileiro foi de R$ 1,5 bilhão, frente a R$ 872 milhões em 2014. Além disso, a data teve 49% de aumento no número de pedidos, totalizando mais de 3,1 milhões de compras.

Queima de mercadorias

A Black Friday é uma excelente oportunidade para desovar aquelas mercadorias paradas no estoque há um tempão. Que tal criar uma promoção atrativa para esses produtos?

As expectativas para a Black Friday 2016

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site de comparação de preços Zoom, 99% dos mais de 15 mil entrevistados revelaram-se dispostos a fazer compras durante a Black Friday 2016. No ano passado, a mesma pesquisa mostrou que apenas 39% dos entrevistados consideravam que os descontos do evento eram reais — em 2016, esse número subiu para 51%.

E então, pronto para investir na Black Friday e colher os frutos desse fenômeno? Para continuar crescendo, assine nossa newsletter e seja o primeiro a receber nosso conteúdo!

6 dicas para aumentar as vendas e reduzir perdas em sua empresa!

6 dicas para aumentar as vendas e reduzir perdas em sua empresa!

O aumento de vendas e a redução de perdas é benéfico para qualquer empresa, afinal, geram mais rentabilidade para o negócio e permitem que os recursos sejam utilizados para investir no crescimento ou realizar melhorias. Para isso, algumas ações são necessárias, visando realizar as adaptações necessárias para atingir estes objetivos.

Pensando nisso, no post de hoje, preparamos algumas dicas para te ajudar a aumentar as vendas e reduzir perdas! Continue lendo e descubra!

 

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1. Destaque o diferencial

Encontrar um segmento ou público-alvo que será atendido pela sua empresa só proporciona benefícios. Afinal, o potencial do seu negócio será maximizado na medida em que for conhecido como especializado, sendo sempre lembrado por ser referência na venda de um determinado produto, por exemplo. Com esse método de trabalho, as vendas só tendem a crescer.

2. Cuide do estoque

As perdas podem ser consideravelmente reduzidas com uma boa gestão de estoque. Essa gestão permite que os produtos não fiquem parados na empresa, com um planejamento consistente que proporcione somente a compra dos produtos que serão realmente vendidos a curto prazo. Quanto menos estoque, melhor, sempre sem prejudicar a disponibilidade dos itens necessários, claro.

3. Entenda o cliente

Saber o que e como o cliente quer é o melhor meio para proporcionar o melhor produto ou serviço para ele. Dessa forma, entender qual é a prioridade dele, com relação à qualidade ou preço, por exemplo, possibilita que as demandas sejam adequadas e proporcionem novas vendas sem manter um grande estoque, que representada “dinheiro parado”.

Uma boa estratégia é criar personas, ou seja, descrever o “cliente ideal”, com os comportamentos principais dele visando compreender quais ações são mais atraentes para o perfil dele.

4. Planeje o preço

Para que não ocorram perdas, também é necessário gerir com inteligência os preços que serão praticados. Para aumentar as vendas e reduzir perdas, eles precisam estar de acordo com a prática de mercado.

Portanto, é sempre necessário visar um nível que não prejudique a rentabilidade do negócio mas que também não iniba possíveis compradores. Nesse ponto, é sempre importante entender o cliente, como abordamos no tópico anterior.

5. Invista no digital

Em um mundo com grandes avanços tecnológicos, investir no marketing digital faz toda a diferença. Afinal, com o devido direcionamento de anúncio para as pessoas certas, é possível alcançar níveis consideráveis de rentabilidade, na medida que novos clientes ficam interessados em seu negócio.

Em casos de lojas virtuais, esses anúncios podem estar atrelados a pesquisas que o usuário fez na busca de determinados produtos.

6. Preze pela segurança do cliente

Estar atento a pessoas que podem prejudicar seu negócio, seja por meio de roubo ou fraude, não é uma opção. Por isso, investir em segurança garantirá que esse tipo de ocorrência seja diminuído ou não exista. Sem a devida proteção, ações como essas podem prejudicar todo o negócio e complicar a imagem da marca.

Conseguiu entender como essas dicas podem aumentar suas vendas e reduzir perdas em sua empresa? Então deixe seu comentário no post! Queremos saber sua opinião e experiências sobre o assunto.

Solução antifraude e Revisão manual

Solução antifraude e Revisão manual

Um dos principais fatores para o sucesso do combate às fraudes é realizar o acompanhamento das vendas e, nos casos suspeitos, avaliar corretamente os fatores de risco para tomar a melhor decisão.

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Existem algumas soluções voltadas para o combate às fraudes, que classificam o risco das vendas e mostram quais são os sinais de risco de cada uma delas. Mas, mesmo adotando esse tipo de recurso, não se pode deixar de acompanhar o risco de suas vendas, pois:

  • Para alguns casos, pode fazer sentido realizar a revisão manual.
  • É necessário monitorar a efetividade das análises.

 

Efetividade

Para verificar se a solução é efetiva, temos que fazer três perguntas:

  1. Ela cumpre o objetivo de barrar as fraudes?
    – Se ela não está barrando as fraudes, não é efetiva.
  1. Ela não barra as boas vendas?
    – Outro ponto tão importante quanto o anterior é que não haja impacto nas boas vendas. Além da perda de receita dessas vendas, poderá causar influências negativas em outras, pois os bons clientes que tiveram seus pedidos negados nunca mais voltarão e poderão influenciar outros compradores através das mídias sociais.
  1. Estou confortável em relação aos critérios utilizados por ela? Consigo verificar esses critérios em cada venda?
    – É difícil confiar em uma avaliação que é uma caixa preta. Conseguir analisar os fatores de risco de cada venda e também ver se estão corretamente calibrados é um dos fatores de sucesso para evitar as fraudes.

Caso não haja satisfação com todas as respostas, essa plataforma antifraude não é adequada. Procure sempre alternativas que foram desenvolvidas especificamente para atender o seu negócio, pois as chances de sucesso são muito maiores.

 

Revisão manual

Por que fazer a revisão manual se a ferramenta já faz uma análise automática das vendas?

Isso depende de qual estratégia de acompanhamento será adotada e o quão confiável são essas análises.

Estratégia de acompanhamento das vendas

Existem algumas opções de como acompanhar as suas vendas:

  • Quanto ao momento:
    • Pré-venda.
    • Pós-venda.
  • Quanto aos casos que passarão pela análise manual:
    • Analisar todas as vendas em paralelo com a avaliação automática.
    • Analisar apenas as vendas suspeitas.
    • Analisar as vendas que apresentem certas características, como entrega imediata ou cartão de crédito emitido fora do Brasil.
    • Acatar as análises realizadas pela ferramenta.

Diferentes estratégias podem ser adotadas dependendo do estágio da implantação da plataforma.  Por exemplo:

  • Nas primeiras semanas de implantação, pode fazer sentido avaliar manualmente todas as vendas no “modo” pós-vendas até que a ferramenta esteja calibrada e apresentando resultados consistentes.
  • Após esse período, pode ser adotada a estratégia de realizar as análises manuais apenas dos casos com risco alto e critico.

 

Confiança

Delegar parte ou todas as decisões de negar vendas suspeitas depende do nível de confiança que se tem em relação à solução.

Caso ela esteja falhando na detecção das fraudes ou negando muitas vendas boas, será difícil confiar nela.

 

Outros fatores a considerar

Prazo de entrega: se o prazo de entrega é muito apertado, fica difícil analisar manualmente uma quantidade muito grande de pedidos. Neste caso, é necessário contratar uma plataforma apropriada para o tipo de negócio que automatize as decisões de forma correta.

Equipe: montar um time adequado para realizar as análises e atuar de forma ativa quando requerido é essencial para evitar as fraudes. É necessário encontrar o perfil adequado, fazer muito treinamento e ter conhecimento do negócio em que está atuando. A construção da equipe é um processo caro e exige tempo. Outro desafio é dimensionar muito bem o número de pessoas para atender ao volume de demanda. Caso não exista uma equipe preparada, deve-se procurar fornecedores que atendam também a esse requisito.

 

Como podemos notar, o combate às fraudes envolve custos. Contudo, contratar uma solução adequada traz benefícios muito maiores que esses custos. Fique atento aos pontos que discutimos neste post para aumentar as chances de sucesso.

Você tem problemas com fraudes e/ou dúvidas sobre revisão manual? Deixe seu comentário e conversaremos a respeito!