Quais foram as maiores fraudes de 2016?

Quais foram as maiores fraudes de 2016?

Não podemos negar que a tecnologia tem facilitado a vida de muitos. Cada vez mais, as empresas informatizam seus processos, conseguindo excelentes resultados em produtividade e lucratividade.

No entanto, com o avanço da tecnologia, vimos também a evolução dos ataques cibernéticos. Neste artigo você vai conferir as principais fraudes de 2016 e verá como os fraudadores estão cada vez mais sofisticados.

Está curioso? Quer saber também como se proteger? Continue a leitura!

Lojas Virtuais Falsas

Em um caso notório ocorrido em 2016, criminosos usaram um domínio muito parecido com o de uma marca de materiais esportivos, que não possuía site no país. Ofertavam produtos a preços baixos e faziam anúncios no Facebook e Google, para passar um ar de veracidade.

Um fator curioso é que o único meio de pagamento fornecido pela loja falsa era o boleto — que não tem como ser ressarcido, como o cartão de crédito. Todos os clientes ficaram no prejuízo.

Para se proteger verifique o CNPJ, os certificados de segurança e a reputação da loja — tanto em sites de reclamações como nas avaliações de compras.

Fraude dos Cartões Quebrados

Nessa fraude, ocorrida em vários estados do Brasil, uma pessoa se passava por funcionário do banco emissor dos cartões e informava compras e saques que não existiam. Depois que o cliente confirmava não ter feito a ação, a pessoa dizia que bloquearia o cartão e pedia para o cliente digitar a senha para confirmar o bloqueio.

Por fim, o fraudador ainda orientava a pessoa a quebrar o cartão e entregá-lo para um “motoboy da empresa” — o que deu o nome desse golpe.

Com o cartão quebrado e a senha em mãos, quando o chip não era avariado, os criminosos faziam compras que, em alguns casos, chegaram a R$ 35 mil reais.

Clonagem de Cartões de País Vizinho

Hackers brasileiros atacaram a Visa Europa e clonaram cartões de créditos de clientes de Portugal. Em seguida, fizeram compras em lojas virtuais brasileiras. Como os dois países falam o mesmo idioma e os nomes são muito parecidos, o golpe causou pouca desconfiança.

Milhares de pessoas foram afetadas, a operadora de cartão ressarciu os clientes portugueses, mas o prejuízo foi grande para as lojas virtuais brasileiras. Isso ocorre porque, em caso de chargeback (quando o cliente solicita o estorno da compra), é o lojista que acaba arcando com o valor.

Compra fraudulenta para ganhar bônus

Uma loja dos EUA estava com uma promoção que oferecia um crédito de U$ 10,00 a cada U$ 50,00 gastos, tanto em lojas virtuais quanto físicas. Estelionatários invadiram as contas dos clientes e, usando cartões clonados, realizaram compras de alto valor.

Enquanto as vítimas recebiam os produtos que não compraram, os fraudadores compravam produtos utilizando os bônus das transações que foram realizadas.

Adoção de cartões com chip

Durante a Black Friday de 2016, houve um aumento considerável nas fraudes do comércio eletrônico nos países que adotam o cartão com chip, como Brasil, EUA e países da Europa.

Os criminosos roubavam as informações dos cartões e realizavam compras em sites. O período de grandes promoções é especialmente utilizado porque as lojas estão “abarrotadas” de pedidos e o endereço para entrega de presente é algo normal nesse período.

Para chamar menos atenção, os criminosos deixaram de comprar produtos eletrônicos, que recebe maior atenção na segurança e passaram a comprar relógios, tênis e barbeadores elétricos.

Se as fraudes de 2016 passaram por evoluções, o que esperar para 2017? É necessário se prepara e se antecipar para não ser pego de surpresa. Quer saber mais sobre algum tipo de fraude que não comentamos? Deixe o seu comentário que iremos ajudá-lo!